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26 julho 2010

Há mais vida durante o PEC ?

É um modus operandi conhecido pelos burocratas a mando de outros interesses. Começam por anunciar as prometidas obras de modernização, depois enuncia-se o fecho, teoricamente temporário, para menorizar os perigos e, finalmente, passado o intervalo temporal para que as gentes afectadas se habituem ao fecho "temporário", enuncia-se, à revelia e sobre as costas de todos, o fim das obras de modernização. É um prelúdio de morte.

Suspensão de obras nas linhas do Tâmega e Douro é 'incompreensível'.

18 janeiro 2010

Os "caças" de Lisboa

«Quando os cidadãos de Lisboa, Oeiras e Cascais vão pagar mais de 9 vezes (sim, nove) o montante pago pelas câmaras do Porto e Vila Nova de Gaia para ver os aviões passar por baixo da ponte 25 de Abril, torna-se confrangedor, para ser simpático, ouvir o presidente da CML dizer que o evento”não custará em Lisboa nem mais um cêntimo do que custou o ano passado no Porto”. António Costa argumenta agora que tudo se deveu a uma má interpretação de uma cláusula do contrato redigido em inglês. Está visto. O inglês técnico é mesmo um problema bicudo para os lados do largo do Rato.» in [Arrastão]

13 julho 2009

O centralismo do costume e Depeche Mode outra vez

Este tipo de notícias deixa-me naturalmente irritado. As entidades promotoras destes eventos deviam ter um pouco de bom senso. Se o concerto cancelado era para ser na cidade do Porto, gostaria de saber o porquê de se agendar nova data para a cidade de Lisboa.

18 janeiro 2009

Devaneios de domingo

Hoje, depois de uns dias de folga regresso à capital (onde o acesso à internet me é limitado ao local de trabalho), nunca esquecendo a bela terra que me viu nascer e crescer, e nem me deixando influenciar pela "febre" do centralismo. Assim sendo, a minha colaboração neste blogue será mais superficial que nos últimos dias.
E dado que ultimamente, a ferrovia portuguesa tem estado na "ordem dos trabalhos" [quer neste blogue (aqui e aqui) quer nos blogues vizinhos (aqui, aqui e aqui)], vou regressar de comboio, porque gosto deste meio de transporte e porque também sou a favor do investimento na ferrovia portuguesa (mas não pela via do TGV). Contudo, por falta de alternativa ferroviária, terei de iniciar a viagem na estação mais próxima - em Guimarães.
Boa semana para todos e até um dia destes.

15 outubro 2008

Diz-me quanto do PIDDAC a tua terra receberá, que eu dir-te-ei de que terras és.

A península de Setúbal recebe 3 vezes mais do que que a sub-região do Tâmega, esta, e outras enormidades do centralismo estatal com a sua poderosa arma litoralização de recursos (PIDDAC), no blog Norteamos.

24 maio 2008

Então?

Estes senhores desesperam por uma possível "adjudicação" de contrapartidas por parte do Governo. Anos de espera pagos com anos de espera. Pelo menos uniram-se e estão a reivindicar. Cá, pelas Terras de Basto, a desunião reivindicativa alimenta o Tempus. Já lá vão cerca de vinte anos e niente.

Sem preconceitos centralistas, mas descriminando, quantas promessas e obras forma adjudicadas e executadas na nossa "grande" Metrópole (Lisboa) ao longo destes "centrais" vinte anos ?

27 abril 2008

Com pequenos desprovimentos e esquecimentos o interior definha e definha...

Há cinco anos que o Estado tem atrasado a recuperação de casas florestais na região Minho, na sua maioria votadas ao total abandono. Estima-se em cerca de meia centena os imóveis, devolutos, sob a alçada da Direcção Geral do Património do Estado (DGPE), que aguardam a sua transferência para as autarquias e outras instituições, tendo em vista a sua revitalização e aproveitamento para fins turísticos. (Ler mais)

17 abril 2008

7 dias, 7 blogues

Na iniciativa 7 dias, 7 blogues, que se está a realizar no blog bracarense Fontes do Ídolo, participo com um texto que expõe como o centralismo existe e é irresolúvel. Até a nível distrital se verifica um centralismo numa óptica litoral menosprezando concelhos, como o de Cabeceiras de Basto, que só "entra" nas conversas quando de aqui vêm exemplos negativos e para dados estatísticos:

(...)

Podemos evidenciar isto no nosso distrito: Braga. Neste distrito onde se apregoa os malefícios do centralismo, ele mesmo, numa óptica litoral, centraliza, menosprezando directa e indirectamente o interior pobre e desprotegido.

Basta percorrer a imprensa dita regional, as acessibilidades, a cultura, os investimentos e os próprios cidadãos, etc. Basta olhar e sentir.

Em sítios, onde se esperaria, uma maior e melhor divulgação da cultura e da vivência regional e nacional deparamo-nos com o centralismo distrital.

Repare-se no caso das Universidades, um exemplo paradigmático, onde a imprensa in situ resvala no umbigo das urbes, renegando as outras partes constituintes do Distrito e atingindo a raia do absurdo; nos cidadãos, que desconhecem, por vezes, a localização física e mental dos concelhos constituintes do seu Distrito; na informação circulante nos media regionais pejada de propaganda política e contra-exemplos que servem de argumentos para arremesso nacional, com raros mas existentes exemplos de pertinente divulgação concelhia.

(...)

Agradeço o convite para participar nesta excelente iniciativa por parte do Bruno Miguel Machado. Ele e os restantes colaboradores no blog Fontes do Ídolo promovem a interactividade na "blogosfera". São blogs como este que dão uma "pedrada no charco". São eles que directa e indirectamente promovem os concelhos menos mediáticos e mais desprezados pelo centralismo que se verifica em relação às urbes do distrito. Obrigado Bruno Machado e parabéns pela iniciativa.