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26 agosto 2009

Queremos andar de comboio !

As vantagens de uma possível reactivação da linha ferroviária do Tâmega (Livração-Amarante-Celorico-Mondim-Cabeceiras) e do projecto inicial (ligação Guimarães-Fafe-Cabeceiras e Cabeceiras-Chaves) são evidentes. O comboio é um tipo de transporte essencial para responder às necessidades económica-ecológicas deste século. Nomeadamente, um tipo de comboio em bitola estreita electrificado, que servisse a mobilidade das populações e mercadorias em distâncias suburbanas e regionais (articulado com outras linhas) e possuísse a valência do turismo ferroviário (expondo as belezas naturais atravessadas pela linha e as características únicas da linha), seria algo, no meu pensamento, essencial para a Região de Basto. Teríamos um transporte público, económico, ecológico e, consequentemente, um tipo de investimento público que combateria a desertificação e o subdesenvolvimento, para além de promover as obrigações internacionais no âmbito ambiental.

Porém, um projecto de reactivação, modernização (como estão a fazer no troço Livração-Amarante) e desenvolvimento da linha do Tâmega (e linhas adjacentes) teria que ser transversal à Região de Basto. Necessitaríamos que houvesse vontade dos políticos e desejo dos governantes. Por exemplo, se houvesse uma confluência política sobre este projecto (como parece haver sobre o malogrado tema das barragens destinadas para o Tâmega e sobre a pertinência(?) das "ciclo-eco-pistas" entre os "decisores" desta região) os governantes das terras de Basto, Amarante, Guimarães e Fafe poderiam possibilitar a realização deste projecto, financiando um estudo sócio-económico e técnico e, posteriormente, apresentando-o à REFER, ao Governo e às demais entidades necessárias. Para isso, deveria haver capacidade de consenso, visão, comunicação institucional e sensibilidade ecológica. O que, na realidade, seria a parte mais difícil e morosa de um eventual projecto.

19 fevereiro 2008

O previligiar da comunicação municipal em Cabeceiras de Basto

A comunicação municipal, hoje como ponte privilegiada de informação, divulgação e esclarecimento, necessita-se de se adaptar aos tempos que correm. O seu conceito actual ultrapassa a publicação obrigatória decorrente no cumprimento da lei (como as deliberações emanadas da Reunião de Câmara, da Assembleia Municipal ou do Presidente da Câmara etc.) necessita de uma "explosão" de informação. Hoje, a comunicação municipal tem de ser transversal e esclarecedora a todo o estrato social com a necessidade iminente de promover a "esfera pública", um espaço de partilha de experiências e opiniões entre os membros de uma comunidade.

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto através do seu site, apenas um dos meios de comunicação municipal, não informa e esclarece como deve no âmbito do novo conceito de comunicação municipal. Necessita de agilizar o seu instrumento de comunicação municipal. As exigências actuais levam à criação de dispositivos on-line de consulta de regulamentos, projectos, concursos, taxas etc. não somente para a simples consulta, legítima para qualquer cidadão, mas como prova de transparência e idoneidade de todo o espectro político-administrativo camarário. Junta-se um portal, exemplos que se vêm por edilidades vizinhas, com troca livre de opiniões e críticas para o bem comum de aperfeiçoamento da actividade municipal.

Este melhoramento comunicativo seria uma mais-valia para o Concelho de Cabeceiras de Basto. Contudo, este melhoramento de comunicação dever-se-á à clarividência autárquica e boa vontade política. E, isto, demarca-se do domínio das simples intenções.