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16 junho 2010

A ver passar o comboio

E num momento em que Portugal dispõe de cerca de 90 km de via ferroviária métrica (outrora chamado “caminho-de-ferro económico”) dos cerca de 700 km de que já dispôs, no Norte de Espanha “o comboio dos pobres” está bem e recomenda-se. A FEVE, para além de serviços Regionais e de mercadorias em vários eixos dos seus cerca de 1,200 km de via métrica activa, explora também comboios turísticos.

A título de exemplo, o bilhetes para o Transcantábrico pode atingir os 6,000 euros (duas pessoas). É preciso marcar com dois meses de antecedência. Pode consultar o folheto 2010 aqui. Entretanto, nós por cá, preparamo-nos para fazer naufragar a Linha do Tua, notável obra de coragem e engenharia portuguesa do século XIX. E o Tâmega morreu, o Corgo também, no que resta do Sabor querem meter bicicletas, o Vouga e o Dão vão parir a maior ecopista do país, quiça do mundo…

Texto roubado sem pudor e sem desculpa ao Dario Silva.

13 março 2010

"Eco-treta" em ciclo no Tâmega

Entre Amarante e Celorico de Basto a antiga linha do Tâmega (pelo menos o que restava dela) está soterrada. É o princípio do fim. Entenderam os governantes que uma "ciclo-eco-pista" entre Amarante e Arco de Baúlhe era um passo de modernidade e de sofisticação na mobilidade e lazer dos habitantes do Tâmega. E a coisa está a nascer. Pois, na malha urbana, intensa e densa entre Amarante e Arco de Baúlhe, a obra, a essencial obra, para promover o turismo e o lazer no Tâmega é sem dúvida a construção de uma "Ecopista". Claro, que os habitantes do Tâmega enjoados de betão e na falta de alternativas para o pedestrianismo e ciclo-turismo acorrerão em massa à prometida "Ecopista do Tâmega".

Considero que umas das piores decisões políticas na região de Basto fora o abandono da linha ferroviária do Tâmega. As vantagens deste transporte são evidentes e muito enunciadas. Basta comparar o bom exemplo espanhol nas zonas em que o tipo de linha, orografia e composição geográfica são em tudo idênticas ao Norte do País e em particular à Região de Basto, para termos a simples noção que aposta na reabilitação da linha do Tâmega é uma aposta ganha. Bastava ter uma visão global, ecológica e estratégica e os nossos governantes nunca abandonariam o projecto de reabilitação da linha do Tâmega. Mas não, estes seguem a linha dos congéneres nacionais: estrategicamente "cegos" e presos aos seus interesses. Preferiram substituir a linha ferroviária por uma "Ecopista" que atravessará uma zona predominantemente rural. Um contra-senso, na minha opinião. Tendo em conta que a reabilitação da linha ferroviária teria (a grosso modo) um custo dezenas de vezes inferior ao custo da construção da "Ecopista" e as "maiores" vantagens sociais e económicas para as populações abrangidas e todo uma região, a consideração que tenho por estes governantes raia o insulto. Enfim, deixo aqui uns dados apenas para corroer e revoltar mais um pouco:

Linha do Tâmega
Arco de Baulhe a Amarante (cerca de 39Km)
Projecto do Graham Garnell e grupo PTG:
Investimento necessário para a reabertura (1999): 100.000 Libras
Investimento necessário (em 2007): 600.000€
Investimento por Km: cerca de 15.000€/Km

Ecopista do Tâmega
(entre a estação de Amarante e o apeadeiro de chapa)
14 km de extensão por 3,5m de largura
inclui arranjo dos espaços exteriores das estações
iluminação entre Amarante e Gatão (6km)
custo: cerca de 2 milhões de euros (2.000.000€)
custo/km: 140.000€/km


dados retirados daqui.

26 agosto 2009

Queremos andar de comboio !

As vantagens de uma possível reactivação da linha ferroviária do Tâmega (Livração-Amarante-Celorico-Mondim-Cabeceiras) e do projecto inicial (ligação Guimarães-Fafe-Cabeceiras e Cabeceiras-Chaves) são evidentes. O comboio é um tipo de transporte essencial para responder às necessidades económica-ecológicas deste século. Nomeadamente, um tipo de comboio em bitola estreita electrificado, que servisse a mobilidade das populações e mercadorias em distâncias suburbanas e regionais (articulado com outras linhas) e possuísse a valência do turismo ferroviário (expondo as belezas naturais atravessadas pela linha e as características únicas da linha), seria algo, no meu pensamento, essencial para a Região de Basto. Teríamos um transporte público, económico, ecológico e, consequentemente, um tipo de investimento público que combateria a desertificação e o subdesenvolvimento, para além de promover as obrigações internacionais no âmbito ambiental.

Porém, um projecto de reactivação, modernização (como estão a fazer no troço Livração-Amarante) e desenvolvimento da linha do Tâmega (e linhas adjacentes) teria que ser transversal à Região de Basto. Necessitaríamos que houvesse vontade dos políticos e desejo dos governantes. Por exemplo, se houvesse uma confluência política sobre este projecto (como parece haver sobre o malogrado tema das barragens destinadas para o Tâmega e sobre a pertinência(?) das "ciclo-eco-pistas" entre os "decisores" desta região) os governantes das terras de Basto, Amarante, Guimarães e Fafe poderiam possibilitar a realização deste projecto, financiando um estudo sócio-económico e técnico e, posteriormente, apresentando-o à REFER, ao Governo e às demais entidades necessárias. Para isso, deveria haver capacidade de consenso, visão, comunicação institucional e sensibilidade ecológica. O que, na realidade, seria a parte mais difícil e morosa de um eventual projecto.

20 agosto 2009

Editorial (VIII)

Está (aqui) disponível o Editorial do jornal "O BASTO" do mês de Agosto.

22 julho 2009

A linha esquecida

Lembro-me de interpelar um senhor, com responsabilidades governativas em Terras de Basto, sobre quais os projectos supra-concelhios pensava serem promotores de um desenvolvimento conjunto para as Terras de Basto. Ele respondeu reflexivamente: a ciclo-pista destinada a substituir a (restante) linha ferroviária do Tâmega (zona de Basto) e o projecto das grandes barragens para o Tâmega.

Questionando-o, imediatamente, com o previsível porquê, o egrégio senhor respondeu com as seguintes palavras:

«Porque ambos os projectos irão trazer turismo e, em particular, tenho algumas terras que serão inundadas pelas águas da futura barragem. Elas, hoje, com a agricultura como está, nada valem e assim sempre ganhava algum dinheiro.» E assim me calou.

Em resumo, o abstracto (mas real) autarca tinha o seu discurso político trancado a uns velhos chavões de desenvolvimento que a realidade fez o favor de os desmistificar. Bastaria apresentar como contra exemplo a Pista de Cicloturismo entre Guimarães e Fafe com o desastre em que se tornou, e o não-desenvolvimento em muitas terras que abarcam estes grandiosos projectos hidroeléctricos apelidados de Barragens, para que a inquestionável tese do desenvolvimento tipo fosse questionada.

No entanto, seria interessante que os políticos e as respectivas forças políticas se debruçassem e, consequentemente, motivassem a sociedade e os cidadãos a reflectir as suas ideias e propostas para estas causas, que já marcam a nossa terra. Não querendo alongar nos modelos, alternativas e orientações para o desenvolvimento, (não é o que me leva a escrever estas palavras) porque os há, deixo aqui dois interessantes artigos (e a respectiva legenda em vídeo) de Dario Silva , um incontornável amante da linha férrea, que com o seu jeito por vezes irónico e acutilante, afirma a verdade sobre a linha do Tâmega e a visão castradora de alcatroar o futuro de uma região:

O Tâmega II
O Tâmega

Adenda: no seguimento das obras de requalificação da linha do Tâmega que durará até 2011 era interessante propor-se à Refer e ao, no entretanto, governo a restauração da linha do tâmega nomeadamente até ao Arco de Baúlhe e o cumprimento do projecto de ligar Guimarães a Chaves por esta linha.

31 maio 2009

Basto (também) quer o TGV

Depois de a região ter sido presenteada com o plano nacional de barragens de elevado potencial hidroeléctrico que, em troca do nosso rio Tâmega, segundo os interessados, trará desenvolvimento turístico, comercial e industrial, emprego, a possibilidade de controle de cheias e secas, o abastecimento de água para consumo e rega, e um espelho de água limpinho, através da purificação milagrosa das Etars a construir, nós, gente de Basto, como bons portugueses que somos, devotos aos mandatários deste país, acreditamos também que viremos a ser beneficiados com a passagem do TGV.

É que esta coisa de ficarmos com muita água a nossos pés, com iates e barcos de pesca nas marinas fluviais, lojas de top com venda de roupas de marca, resorts tipo 6 estrelas, peixinhos e peixões exóticos altamente apreciados pelos amantes da pesca em águas paradas, provas de motonáutica remo e afins, vai-nos trazer tanta gente cá que importa que cheguem depressa.

E a solução a propor a quem manda, pois agora é a nossa vez de dizer – de baixo para cima – o que queremos para as nossas terras é fácil:

(re)activa-se a linha ferroviária do Tâmega, alargando-se um bocadinho a existente e o TGV vem até nós. De notar que a solução Light -Alfa, que por acaso já é bem rápida, inovadora e com muito menos custos para o País não nos convence, pois queremos ser como os espanhóis e os franceses. O que os outros países evoluídos utilizam em termos de transportes ferroviários não nos interessa.

Assim, expressamente de TGV para Basto:

A malta que chega ao Porto, de Madrid e de Lisboa, continua viagem até à Livração e pronto! – vem cá tudo parar e deixa cá ficar os patacos prometidos para nos fazer esquecer essa coisa do nosso rio, que não é mais do que um sentimentalismo bacoco, conservador, ultrapassado e que não dá dinheiro a ninguém.

O TGV passará pelo Marco de Canavezes e Amarante a alta velocidade, pois não convém que os turistas vejam a albufeira do Torrão, não vá o diabo tecê-las e quais ignorantes, pensarem que a albufeira de Fridão será igual e quererem voltar para trás;

Depois, na passagem por Codeçoso, poderão visualizar a inodora estação de tratamento de resíduos sólidos (em dias sem vento) e rapidamente estarão em Celorico, concelho que merece o TGV, porque ao aferir pela ausência de protestos e quase nulo número de subscritores na petição anti-barragem, indicia que são grandes apoiantes do propalado desenvolvimento provocado pelo investimento público, em mega projectos, mesmo que para a sua execução nos destruam a nossa identidade regional que tem como “veia cava”, precisamente, o tal rio Tâmega;

Segue-se rapidamente a viagem e num instantinho chega-se a Mondim, o meu canto de Basto, que vai ter, além da tal água limpinha a seus pés, uma grandessíssima prenda que é uma magnifica ponte, ultra moderna, que possibilitará a ligação entre Mondim e Celorico pela estrada nacional para que, nós, os de cá, os transmontanos, possamos com os nossos Mercedes, à velocidade de gente evoluída, sair deste desterro.

Claro que a futura ponte que nos vão oferecer para passarmos de carrinho, irá ter um tabuleiro especial com linha ferroviária para o TGV pois cá essa coisa de automotoras, como antigamente, já não se usa.

O tabuleiro com linha ferroviária ficará lá bem no alto, do tipo à altura da Sr.ª da Piedade, para que possa haver visibilidade suficiente, não vá os críticos da barragem terem razão e o nevoeiro que afectará Mondim ser tanto que o maquinista do TGV não consiga guiar o tal bicho!...

Os mondinenses, onde me incluo, irão pela primeira vez na história, ter estação para embarque e desembarque dentro da vila, pois, antigamente tínhamos que sair em Veade e vir a penantes para cima (ou na auto mondinense, quando esta fazia a ligação à vila);

Nova corrida e nova viagem, TGV de marcha atrás até Veade, e siga a marinha até ao Arco de Baúlhe, epicentro de Basto, onde os turistas poderão visitar de borla, pois incluído no preço do bilhete do TGV, o museu ferroviário lá existente.

Durante a viagem até à região, exigiremos que sejam servidos aos passageiros os nossos magníficos vinhos verdes, oferta limitada aos stocks existentes, produzidos nas ex-encostas do Tâmega, enquanto as nossas melhores vinhas de Veade e Canedo são transferidas para o Ladário, de Atei para a Sr.ª da Graça, e de Cavez para Vilar de Cunhas…

Até lá, a melhor estadia possível, até o desenvolvimento chegar!

post scriptum: Ribeira de Pena não será beneficiada com o TGV pois, segundo dizem, não vai precisar de turistas nem dos seus patacos, pois sendo accionista na exploração da água do Tâmega dispensa outras receitas extraordinárias.

Escrito por Alfredo Pinto Coelho

02 abril 2009

Uma perspectiva

O Vítor Pimenta, num artigo, e os respectivos comentários, de aconselhável leitura, expõe com simplicidade e clareza (que a elegância da matemática obriga) os números com que se pauta o "desenvolvimento" da política de mobilidade e transporte em Portugal. A linha ferroviária do Tâmega está, praticamente, encerrada. São dezenas de anos de descuro por parte dos responsáveis pela exploração da linha que, com as técnicas habituais, evocam a segurança como argumento de fecho e não de reabilitação da linha. Tal como ontem, hoje, a mobilidade e o transporte são pedras basilares para um verdadeiro desenvolvimento de uma região. A razão determina que, independentemente dos tempos e vontades, as vias de comunicação e transporte são e serão uma necessidade. Isto implica que a discusão sobre os "caminhos-de-ferro" seja adjectivada de contemporânea e pertinente.

De facto, é curioso o argumento de que as vias de comunicação já estão (suficientemente) estabelecidas e, portanto, qualquer retoma para diversificar ou complementar o conceito de mobilidade e comunicação é redundante. Redundante é "etiquetar" as escolhas de ontem como os axiomas de amanhã. A relatividade do tempo implica que tudo seja relativo. Já é tempo de "(re)pensarmos" as consequências advidas das decisões de encerramento da linha do Tâmega.

A linha do Tâmega foi capitulada em 1990. Trocada por contrapartidas que ainda estão por realizar. Falo-vos da variante do Tâmega, uma contrapartida não realizada que, por mim, seria mais que suficiente para impugnar o protocolo que determinou o fecho da linha do Tâmega. Naquele tempo, acredito, que os políticos e governantes em boa vontade apostaram em critérios económicos (algo que não é congruente com o conceito de serviço público) para o encerramento parcial da linha ferroviária do Tâmega. Contudo, o passado mostrou-nos quão errados estavam. Entretanto, o presente "aponta" para a escolaha de uma via de transporte e comunicação mais económica e ecológica -a ferrovia.

Foi uma decisão política e governativa que determinou o encerramento e a desvalorização da ferrovia e, em contraponto, impulsionou a rodovia como meio privilegiado de comunicação. Como tal, somente uma decisão política e governativa pode reverter este processo (que ainda continua) de "alcatroamento" do país. Para isso, a mobilização dos cidadãos para este tema é essencial, pois, numa sociedade funcional, a vontade da maioria dos cidadãos deriva numa decisão política e governativa. Contudo, não é bem assim que o "sistema" actual funciona.

O "sistema" actual está baseado na capacidade de políticos e governantes (pois são estes os eleitos pelos cidadãos para decidir a que velocidade e a que direcção o processo de desenvolvimento deve-se pautar) em perspectivar formas e processos de desenvolvimento. Um desenvolvimento sustentável, ao nível das vias de comunicação e mobilidade, tem poucas alternativas (e.g. ferrovia) em se "encaixar" neste paradigma. O que implica uma rápida retoma na discussão pública sobre o assunto "caminho-de-ferro".

De realçar, que o governo prepara um investimento de 3,8 mil milhões de euros para uma linha ferroviária de alta velocidade entre Lisboa e Porto mas se retrai ao incentivar a manutenção e a reabilitação da linha ferroviária, dita "tradicional", em Portugal. Um comportamento que está a sentenciar o conceito de ferrovia em Portugal. Será que o adjectivo e o substantivo "alta-velocidade" provocam, realmente, esta diferença de comportamento? Ou será que é algo mais? Ficam as dúvidas.

Como conclusão cito Pedro Garcias: Um Governo assim, se não for castigado pelos votos, sê-lo-á, certamente, pela História."

25 março 2009

Na senda do progresso, continuamos a querer andar de bicicleta enquanto o futuro deseja outra coisa (II)

O último resquício funcional da Linha do Tâmega encerrou. Políticos e políticas visionárias sobre a acessibilidade e mobilidade têm condenado a ferrovia em Portugal. De facto, há várias causas para esta situação, desde o eleitoralismo até à perspectiva económica.

Encerram-se linhas ferroviárias em Portugal devido a uma perspectiva económica sobre a mobilidade e transporte público, que deveriam, antes de mais, mobilizar e transportar em prol do beneficio comum e não sobre uma perspectiva económica. Mas esta situação ilustra bem o paradigma dominante das «políticas de futuro» em Portugal: tudo o que não tenha benefícios eleitorais e económicos no imediato não é ou não pode ser exequível. É assim que se perde oportunidades e condenada-se um desenvolvimento coerente e sustentável. Só há uma alternativa sustentável e progressista para ferrovia em Portugal: reactivação e o aperfeiçoamento das linhas. Caso contrário, arriscamos a ter um pobre e atrasado país rodoviário.

16 fevereiro 2009

Na senda do progresso, continuamos a querer andar de bicicleta enquanto o futuro deseja outra coisa

«Com o troço Amarante - Arco de Baúlhe encerrado, um cidadão britânico apresentou um ambicioso projecto de reabertura ao tráfego ferroviário deste troço, a custo zero para as autarquias da Terra de Basto. O projecto remetia não só para uma exploração ferroviária turística como também o regresso de um serviço regional de passageiros. O seu projecto não foi aceite.

Neste momento as autarquias de Amarante a Cabeceiras de Basto pretendem converter a via em ciclovia, estando em fase avançada o troço Amarante - Gatão. » in [Wikipédia]

Convém "reactivar" o assunto. A ferrovia é uma aposta estruturante para o futuro da acessbilidade e mobilidade de um concelho e da sua população. Acima de tudo são decisões políticas. Decisões que condicionaram o passado e que podem definir o futuro.

18 janeiro 2009

Devaneios de domingo

Hoje, depois de uns dias de folga regresso à capital (onde o acesso à internet me é limitado ao local de trabalho), nunca esquecendo a bela terra que me viu nascer e crescer, e nem me deixando influenciar pela "febre" do centralismo. Assim sendo, a minha colaboração neste blogue será mais superficial que nos últimos dias.
E dado que ultimamente, a ferrovia portuguesa tem estado na "ordem dos trabalhos" [quer neste blogue (aqui e aqui) quer nos blogues vizinhos (aqui, aqui e aqui)], vou regressar de comboio, porque gosto deste meio de transporte e porque também sou a favor do investimento na ferrovia portuguesa (mas não pela via do TGV). Contudo, por falta de alternativa ferroviária, terei de iniciar a viagem na estação mais próxima - em Guimarães.
Boa semana para todos e até um dia destes.