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14 setembro 2010

Com fôlego para sonhar

A cabeceirense Adriana Ferreira, um talento emergente na área musical, está, hoje, em destaque no Jornal de Notícias: com fôlego para sonhar.

09 fevereiro 2010

Um problema

Após a publicação de um excerto de certas «escutas» anexas ao processo «Face Oculta», pelo Semanário «SOL», está em movimento uma petição e uma intensa discussão (pelo menos na "blogosfera") sobre a liberdade de comunicação.

Quando discutimos a liberdade em comunicar estamos a discutir a liberdade de informação e, consequentemente, a liberdade de expressão. Pois, quem não é livre de escrever o que pensa não será livre em informar logo a comunicação será afectada.

Defender a liberdade de comunicar, sem que o «poder económico» e/ou o «poder político» condicione o que se deve ou não escrever, é o que se impõe. Ficando com este dever (comunicar) quem realmente tem que o assegurar: quem escreve ou edita. Porque, no essencial, um órgão de comunicação é aquilo que são os seus funcionários e o que este comunica. Não é, como vemos desde o «panorama» local ao nacional, um instrumento económico e político com diversos formatos.

Trata-se de direitos fundamentais numa sociedade que se diz democrática. Portanto, é necessário agir (sem segundas intenções) centralizando as exigências no essencial: impor a liberdade de comunicação. Caia quem tenha de cair, penalize-se quem tenha de ser penalizado e liberte-se o que tiver que ser libertado.

Enquanto permitirmos e anuirmos com este tipo de comportamento continuaremos a ser parte do problema invés da solução.

19 setembro 2009

«Eu defendo os transportes públicos, mas isso não me impede de ter um automóvel privado»

«Louçã tem vindo, ao longo da campanha, a “convidar todos e todas” para a criação da “força de esquerda”, referindo sempre que “todos os votos contam”. As vendedoras de peixe parecem constituir, porém, uma excepção.» in [Público]

Neste excerto é evidente um certo incómodo com o Bloco de Esquerda. A imprensa, pois há alguma que funciona como um veio de transmissão das irritações de alguns, tem destacado (como Expresso com uma "notícia de capa" deplorável) minudências com o intuito, pelo menos é o que transparece, de atacar, via dirigentes, o Bloco. Invés de discutirem a programática política do Bloco certa imprensa nacional prefere destacar pormenores irrelevantes. Um sinal do incómodo, certamente.

07 setembro 2009

Censurai-vos uns aos outros

O afastamento de Manuela Moura Guedes satisfaz os dois maiores agrupamentos políticos. O Partido Socialista, com o afastamento de Manuela Moura Guedes, apresenta-se no próximo acto eleitoral sem o efeito redutor na credibilidade política, moral e ética das reportagens e opiniões do noticiário apresentado e dirigido por Manuela Moura Guedes. Restando, agora, somente a realidade para efectuar este papel. O PS pode, também, apresentar-se como vítima de um conluio qualquer (proveniente de uma tal "campanha negra") devido ao momento de tal purga jornalística ser o menos indicado e o mais evidente para associar ao partido.

O Partido Social-Democrata, tal como o PS, pejado de cabalas e obradores das mesmas, tem mais um argumento para apregoar a reiterada "asfixia democrática" do governo socialista. Serve-se do afastamento de Manuela Moura Guedes como se serviria da continuação do seu projecto jornalístico. Contudo, convém referir que um similar passo de "asfixia democrática" aconteceu há cerca de 5 anos com o afastamento de Marcelo Rebelo de Sousa do rol de comentadores da estação TVI. Naquele tempo reinava em São Bento as cores laranjas do partido social-democrata e o seu representante era Santana Lopes.

A liberdade de expressão foi violentamente arreganhada neste caso. A administração da PRISA provou, mais uma vez, que é "pressionável" e prestável a serviços pouco democráticos e éticos, independentemente de quem seja o mandante.

Fica aqui um excelente vídeo de promoção do Jornal Nacional de Sexta, censurado pela administração. Só o facto de ser censurado já engrandece o vídeo mas a qualidade deste é deveras interessante.

06 agosto 2009

Um exemplo português

Destaco, aqui, um artigo (escrito em inglês) que possui o título «Portugal já resolveu o problema dos carros eléctricos?», de Paul Ames.

Neste artigo o jornalista aponta aquilo em que este governo, e merece o reconhecimento, se destacou positivamente: o impulsionamento das energias renováveis e a consequente diminuição da dependência do petróleo e energia importados.

De realçar, que o jornalista, neste artigo, destaca a fragilidade da falta de recursos naturais que a partir dos quais se pode produzir energia e sublinha a política deste governo na superação desta fragilidade com políticas orientadas à energia "verde" e renovável. Importante, também, a particularidade de o autor apenas referir como energia "verde" e renovável a energia obtida a partir das ondas, do vento e do Sol. Nem uma pequena referência à energia obtida a partir da água. Sintomático.

28 julho 2009

Evidentemente

«A bizarra política do abate dos meios de pesca transformou uma nação de pescadores num povo que mendiga à Pescanova espanhola que venha implantar em Portugal os seus tanques de linguados transgénicos que se reproduzem entre antibióticos e essências de sabor a camarão e lagosta. É nestas delícias do mar que se encontra agora o destino a que nos condenaram as maiorias do PSD e do PS. Um destino visível nas diferenças que hoje ressaltam nos sectores pesqueiros de Peniche e Vigo.» Mário Crespo in [jn]

19 fevereiro 2009

Falar em nome de todos: "So say we all" *

«Braga responde com o amor para substituir a eutanásia» in [Diário do Minho]

Será que falarão por Braga? Ou o conceito Braga (cidade, concelho distrito), como meio geográfico e populacional, tomou (qual misticismo) a forma humana e incitou a substituição da eutanásia por amor ao próximo? Como nos ensina a velha máxima terrena: Em nome do amor, pratica-se o desamor (Domingos Oliveira).

*tirada do Battlestar Galactica, a qual ando a seguir religiosamente

12 fevereiro 2009

O marasmo na atribuição de culpa

"A pior crise económica desde a Grande Depressão não é um fenómeno natural, [mas] sim um desastre fabricado pelo homem no qual todos tiveram a sua participação".

Uma pesquisa realizada pelos editores e jornalistas do jornal britânico "The Guardian" sobre os culpados (pelo menos os evidentes) da crise que se sente, culminou na elaboração de uma lista com 25 culpados. [Para um conhecimento mais aprofundando da lista com os "25 culpados" consulte o artigo original ou um artigo em português]

09 fevereiro 2009

01 fevereiro 2009

António Manuel Pina, uma opinião a ter em conta

Uma excelente observação, como é hábito deste senhor, que marca o descrédito, que a classe de governantes, pseudo-governantes e restante gang instauraram, na instutição Estado.

«A moral da história

João Pedroso teve os seus 15 minutos de glória mediática no processo Casa Pia ao lado do irmão Paulo, colega da ministra da Educação no ISCTE. Pelos vistos tomou-lhe o gosto, e volta agora à ribalta depois de contratar e cobrar por duas vezes o mesmo serviço ao Ministério da ministra. Tratava-se de fazer um apanhado das leis sobre Educação, coisa complicada de mais para os juristas do Ministério. Da primeira vez, cobrou e não fez o trabalho.

O Ministério, magnânimo (afinal o dinheiro não é seu, é dos contribuintes), encomendou-lho… de novo. E de novo lho pagou. E Pedroso de novo o não concluiu. Aí, o Ministério, em vez de, como é normal, lhe encomendar e pagar o serviço uma terceira vez, decidiu enfim rescindir o contrato. Só que Pedroso já embolsara 287 980 euros. Devolveu-os? Não. Devolverá… metade. A prestações. Entretanto, a Universidade de Coimbra lembrou-se de repente de que Pedroso tinha subscrito consigo um contrato (outro) de exclusividade… Está em curso o usual inquérito, mas não há-de ser nada. Histórias destas, em Portugal, acabam sempre bem, com o herói a casar com a rapariga.»

António Manuel Pina in Jornal de Notícias -31 de Janeiro de 2009

20 janeiro 2009

Editorial (I)

Ler o texto completo do Editorial da edição deste mês do jornal "O Basto" aqui.

10 janeiro 2009

Um «Governo Mundial»

Gideon Rachman, comentador em chefe de assuntos estrangeiros no jornal Financial Times, escreveu um editorial deveras provocador. Na minha opinião, este editorial possui o intento de desbravar e sensibilizar (dito de outra forma, preparar) a opinião pública para um recente (mas antigo na pretensão) conceito de governo: «O Governo Mundial».

Escreveu sobre a ideia profética que visa a criação de um «Governo Mundial», em que, e arredando o multilateralismo que se tenda impor nos dias que correm, os problemas de âmbito mundial (segurança, ambientais, sociais e económicos) e trans-nacionais teriam a sua resolução facilitada devido à centralização do poder num (a criar) «Governo Mundial», à semelhança da União Europeia.

Este editorial é ironicamente delicioso, para quem já se converteu ao "The Zeitgeist Movement" e acredita na possibilidade que uma elite de pessoas (algumas bem identificadas) implemente (indirecta ou directamente) um «Governo Mundial». Um sinal angustiante a ter em conta, tanto pelo conteúdo da «mensagem» como pela relevância do autor e as ligações deste com as "elites" mundiais.

Se num mundo preenchido de variabilidade política, como se pretende e à luz das leis fundamentais da vida e da Democracia, o cidadão, o elemento base de toda a estrutura governamental, se sinta impotente e, por vezes, efectivamente arredado de participar ou, pelo menos, ser "escutado" pelo seu governo, imaginem como seria a "democracia" de um «Governo Mundial», omnipresente e elitista. É evidente que a Democracia teria que ser sacrificada em prol, segundo estes ideólogos, de um objectivo maior e conveniente. Uma Democracia em toda a sua plenitude é inexequível com este conceito. Em suma, um «Governo Mundial» só é possível e praticável se consubstanciar numa "ditadura" à escala global. E isto, é algo inaceitável e a evitar.

De leitura obrigatória:
Editorial do Financial Times admite agenda para criação de um governo mundial ditatorial;
Rachman se diz horrorizado com a reação ao editorial "O Governo Mundial".

De visualização obrigatória:
Zeitgeist
Zeitgeist addendum.

07 janeiro 2009

De facto

Não sei quais são os critérios para avaliar uma prestação de um governante numa entrevista, mas, considerar como positivo (passou no teste) uma prestação em que o nosso primeiro-ministro erra em quatro informações factuais é um pouco, digamos, facilitista. Não deveria ser reprovado por estas, independentemente das outras informações serem correctas ou "duvidosas"? No final, isto não é um exame nacional (na "era" Maria de Lurdes Rodrigues) mas sim um comunicado governamental ao País disfarçado de entrevista e, como tal, erros factuais são inadmissíveis.

20 novembro 2008

Humm... na direita portuguesa ninguém "castra" ou "castrou" o desenvolvimento nacional, pois não?

Via [Ruptura Vizela]

Até ao sinal ortográfico de dois pontos concordo. O resto do escrito assemelha-se a uma ironia de situação, com um cariz político bem parcial.

05 novembro 2008

O quê? Anda tudo doido ou o Obama venceu e consegui iludir-vos, pobres "amerika-dependentes"

«Baleia Nazaré anuncia mês verde da Visão» in [Expresso].

18 outubro 2008

quanto custa ao município cabeceirense a teimosia de Barreto?

Na edição impressa, de sexta-feira dia dez de Outubro de 2008, do Diário do Minho encontrei esta declaração assinada por Joaquim Martins Fernandes:

« Joaquim Barreto é detentor de cargos políticos que o expõem a uma natural pressão jornalística. Mas tem direito à honra e ao bom nome, sendo da inteira justiça que recorra para os tribunais, sempre que a sua honorabilidade é colocada em causa. Mas se processar por alegada difamação e requerer a condenação criminal e cível do pretenso difamador é uma atitude normal, já o mesmo não se poderá dizer quando o acusado é absolvido nas instâncias criminal e cível e a acusação não recorre da sentença, antes intenta um novo processo, meramente cível, numa outra comarca.

Neste particular, Joaquim Barreto revelou apetência por um perigoso ordenamento júridico, tendo sido doutamente assistido pelo advogado que é seu companheiro de desventuras no apreciável somatório de causas perdidas que lhe conheço. E não lhe bastando ter perdido o novo e estranho processo na primeira instância, decidiu submeter-se a nova derrota na Relação. E de derrota em derrota foi até ao Supremo, onde angariou mais uma, com a teimosia de quem sabe que é o dinheiro dos contribuintes que está a ser esbanjado e só aproveita a quem se faz cobrar à Câmara de Cabeceiras por um douto trabalho humilhantemente vencido por quem se limitou a ignorar a acusação, certo de que a justiça se tinha consumado com o trânsito em julgado da primeira sentença.

Mas porque é que a Câmara que paga as desventuras de Joaquim Barreto, teria sido um prazer contribuir para a economia dos cofres municipais. Bastaria que o autarca perguntasse porque nem contestei a espatafúrdia acção que requeria volumosa indemnização. No entanto, há um esclarecimento que se impõe: quanto custa ao município cabeceirense a teimosia de Barreto ? »

27 julho 2008

Que expressão tão certeira, cá, nos limítrofes, existe um séquito de escritores ávidos de tal poder mediático (convém saber se é para o Bem)

"Às vezes tenho mais poder por uma coisa que escrevo no meu blogue, o Abrupto, do que se for secretário de Estado de alguma coisa. "

Se o Nicolau Maquiavel, tivesse o privilégio de vivenciar estes tempos que correm, certamente escreveria, no seu blog (com certeza), esta tirada esclarecedora sobre o oportunismo político, esta área, em que muito versou.