Pessoalmente, não sei o que mais transpirará incoerência: se os argumentos utilizados pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, para fundamentar o reconhecimento do Kosovo como um estado independente ou a "política a reboque"- seguida pelo nosso ilustre governo socialista(?) aos EUA, pois claro.
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08 outubro 2008
03 outubro 2008
Reconhecer ou não reconhecer, eis a questão
Ao que parece está em iminência o reconhecimento, por parte das entidades governamentais, da independência do Kosovo. Não fosse o indício em que Manuela Ferreira Leite proporcionou ao ir pedir a "opinião" sobre este assunto ao nosso estimável Presidente da República, ninguém desconfiaria que algo estaria/estará para acontecer no campo diplomático. Se Portugal, i.e. as entidades governamentais em nome deste, o fizer (reconhecer a independência unilateral do Kosovo), pelo menos que mantenha a conformidade diplomática e reconheça as independências unilaterais da Ossétia do Sul e da Abecássia. Não é nada de especial, é um caso de coerência.
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