13 agosto 2009

Compreendem porque é que as alternativas à rodovia não são impulsionadas pelos governantes e afins

«As concessões das novas auto-estradas foram adjudicadas em média por valores 57% acima das propostas iniciais. Duas foram chumbadas pela comissão de avaliação dos concursos(..)A diferença de valores entre as propostas iniciais e finais chega a atingir os 639 milhões de euros (mais 119%) na Auto-Estrada do Centro entregue à Mota Engil e 194 milhões (mais 167%) no caso da AE do Baixo Tejo, a cargo da Brisa. A comissão de avaliação deu parecer negativo à adjudicação da AE Centro e do Pinhal Interior, justificando o chumbo com a diferença de preços, mas manteve outras adjudicações com diferenças superiores.» in [Esquerda.net]

1 comentário:

  1. Quando os portugueses questionam o porquê das derrapagens orçamentais das obras públicas, têm aqui um bom exemplo pra perceberem pra onde é desviado o dinheiro dos contribuíntes. É uma falta de vergonha. Medina Carreira tem toda a razão quando diz que este país é um casop BPN a uma escala muito superior, onde reina o compadrio, o tráfico de influências e a corrupção. Se ainda acreditam que por o PIB estar a subir 0,3% neste trimestre é indicativo de que estamos a sair da crise, desenganem-se. A crise em Portugal está para durar.

    ResponderEliminar