Ao que parece um grupo de bloggers sob a ilusão (seja pela causa monárquica ou pelo simples marketing) resolveram hastear a última bandeira do regime monárquico em Portugal nos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Lisboa. Nada contra o acto (o hastear) mas é engraçado que estes mesmos bloggers condenaram o facto de um grupo de ambientalistas terem destruído um punhado de milho transgénico acusando-os de violentar propriedade privada vêm, agora, exaltar a violação do espaço público aludindo-se como "guerrilheiros ideológicos". Esquecem-se (deliberadamente) que o espaço público é propriedade pública e que o crime e a desobediência civil, em nome de uma qualquer ideologia, é para ser tratado com coerência. Incoerências à parte, até imagino uma réplica deste acontecimento em Terras de Basto, tão saudosista que esta terra é em retomar velhos símbolos e velhos regimes. É pena que os mais dissimulados defensores da causa monárquica por estas bandas estejam um pouco "enferrujados" para este tipo de aventuras ideológicas.
11 agosto 2009
29 fevereiro 2008
O grande mito de um pseudo-nobre
Mais um nostálgico ser descrente da igualdade, indiscutível, de um qualquer humano perante o direito e a liberdade de oportunidade. Mais um saudosista com eloquência de esquina ávido de um rol prerrogativas idas e bafientas. Felizmente o Povo venceu.
A importância de uma mediocridade
Certos saudosistas ou simpatizantes da causa monárquica elogiam a passagem de dois meses e meio pela linha da frente na (infame e despropositada) luta no Afeganistão do prícipe Harry (desculpem-me mas recuso-me em capitular a primeira letra do título monárquico) o terceiro da linha de sucessão do trono de Inglaterra. Questiono-me qual a diferença entre este homem e os demais companheiros de armas perante o princípio da igualdade entre homens? Ser um símbolo ou outro qualquer subterfúgio monárquico? Poupam-me.