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07 agosto 2007

SAP de Cabeceiras de Basto

Ontem tive o infortúnio de ir ao SAP (Serviço de Atendimento Permanente), lá encontrei um caos tipicamente alusivo ao espírito comodista luso. Desde carros estacionados dentro do perímetro do parque do SAP (que pelo o sinal é interdito a estacionar e circular veículos que não sejam de emergência), a um camião, que estava a fornecer betão para a obra adjacente ao centro de saúde (futura Unidade de Internamento), estacionado mesmo em frente à porta de acesso ao SAP, o pó resultante das obras que estavam ser efectuadas a entrar, com a permissividade que é relativa a este tipo de partículas, pelo SAP tornando as condições de salubridade, digamos, um pouco "poeirentas". Isto tudo, com agravante, de ser uma Segunda-Feira -que em Cabeceiras é sinónimo de desordem irreal-. O SAP, como devem imaginar, estava repleto de enfermos e pseudo-enfermos. Esta situação provocou-me uma repulsa enorme, penso que é uma enormidade a falta de fiscalização e o desprezo pela qualidade de atendimento ao utente, penso que é possível deixarmos este comodismo (provocador de tal caos) mas para tal é preciso rigor e fiscalização competente.

A fotografia aqui presente, foi tirada hoje (Terça-Feira), não é alusiva ao caos vivido ontem, mas, mesmo assim, existe veículos em "litígio" ao código de estrada. É de salientar, como é visível na fotografia, a adesão do Centro de Saúde à moda dos pré-fabricados com fins hospitalares. Este pré-fabricado, será utilizado aquando das obras no SAP, sendo transferido para ele o Serviço de Atendimento Permanente.