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31 maio 2010

Enquanto na RTP ...

Para além do telejornal da RTP ter dado um destaque exagerado à assinatura de um dado treinador português a um clube de futebol espanhol, a peça jornalística sobre o ataque israelita (pelo menos com a narração de Márcia Rodrigues -a correspondente no médio Oriente-) é um verdadeiro nojo. A peça enuncia que os tripulantes do comboio naval humanitário tentaram quebrar o bloqueio marítimo israelita (se o comboio está em águas internacionais, como se lê nas principais agências, órgãos de comunicação social e comunicados oficiais, não há razão nenhuma para bloqueios e muito menos de invasão militar) e que desrespeitaram os "alertas" e "avisos" israelitas. Por favor, nem peço o respeito pela deontologia jornalístico porque nos tempos que correm os valores corporativos são outros, mas sim o respeito pela verdade que honra os mortos e feridos daquela acto bárbaro.

Adenda: eis o vídeo, onde a mensagem subjacente é clara e assustadora:

04 janeiro 2010

Um jornalismo de causas

O sítio do Jerusalem Post (o jornal em língua inglesa mais vendido e que possui o sítio, em língua inglesa, mais visitado em Israel) tem a particularidade de expor o seu parcial jornalismo descaradamente nas etiquetas colocadas no cabeçalho do sítio. Ou seja, junto a Negócios, Blogs, Opinião, Saúde e tecnologia e a Viagens lá está a etiqueta «ameaça iraniana», que serve para seleccionar as mais recentes notícias (publicadas naquele jornal israelita) sobre o Irão («ameaça iraniana»).