A relação dos aclamados "biocombustíveis" (que de natureza ambientalista pouco têm, simplesmente, têm a valência, de substituir a dependência inebriante em relação aos derivados do petróleo) com o aumento especulativo do preço dos bens alimentares, está comprovado.
Um relatório oficial, efectuado pelo condicionado Banco Mundial, foi mantido em segredo para não colidir com os facciosos relatórios da Casa Branca e com o depressivo George W. Bush. Este relatório, contradiz, os ditames oficiais estado-unidenses, que afirmam, imperiosamente, que a relação da subida especulativa do preço dos alimentos e o investimento nos "biocombustíveis" era de 3%. O relatório quebrou tal falácia americana. O impacto no preço dos alimentares por estas opções económicas é de cerca de 75%.
Um exemplo do condicionamento de relatórios oficiais, pelo presente governo norte-americano. Nada de novo, apenas o repetir de uma táctica de contra-informação que pauta as acções imperialistas.
Espero que a União Europeia, mostre a sua capacidade analítica e apresente um acto de desprendimento político, e acabe com a meta europeia de utilizar 10% de "biocombustíveis" em 2020. Para o bem da coesão mundial e dos princípios humanistas.