Mostrar mensagens com a etiqueta Presidência da República. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Presidência da República. Mostrar todas as mensagens

18 fevereiro 2010

Diferentes

Fernando Nobre irá apresentar a sua candidatura (oficialmente) à Presidência da República amanhã. De todas as candidaturas até ao momento apresentadas é esta, na qualidade do seu proponente, a que mais me atrai. Não gosto do mais-que-evidente candidato Cavaco Silva e do estratega Manuel Alegre. Têm as suas diferenças, certamente. Porém, Fernando Nobre, só por si, evidencia um modo de pensar e de estar extremamente necessários à política portuguesa.

Deixo aqui um link para um texto (que outrora li e não tive a oportunidade para publicar aqui) em que Fernando Nobre diz o que deve ser dito. Um texto ideal para retirarmos de lá o que realmente torna Fernando Nobre diferente dos demais candidatos:«Uma entrevista a Fernando Nobre».

02 outubro 2009

Sintomático

«O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, felicitou hoje o seu homólogo chinês, Hu Jintao, pelo 60.º aniversário da República Popular da China (RPC), destacando a "cooperação estratégica" que hoje une os dois países.» via [cibertúlia]

30 setembro 2009

Este gajo tem uma maneira esquisita de falar...

...;ou de se expressar. É que fiquei com a sensação que a quase totalidade dos portugueses não percebeu nada do que o ilustríssimo Presidente quis dizer com as suas declarações. Um cargo de Chefe-de-Estado com as suas inerentes responsabilidades, exigiria uma maior clareza e concreção nas suas palavras. Fartos de exercitar o raciocínio abstracto, em que a suposição e suspeição substituem a verdade, estamos todos nós. Ou talvez os portugueses sejam todos uns "burros" e maus entendedores. Concluíndo, aquilo que realmente interessava ficar esclarecido relativamente a esta polémica, mantém-se por esclarecer. Um Estado democrático e de Direito, tem a obrigação moral de revelar a verdade aos seus cidadãos sempre que estejam em causa matérias desta gravidade, que colocam em risco a integridade, a independência e autonomia dos orgãos de soberania que o constituem.