Mostrar mensagens com a etiqueta Afeganistão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Afeganistão. Mostrar todas as mensagens

19 outubro 2009

Uma maneira de acabar com o estímulo bélico do recente prémio Nobel da Paz: aceitar a, evidente, fraude eleitoral

«Invalidação de votos coloca em dúvida vitória de presidente do Afeganistão(...)Os Estados Unidos advertiram que não enviarão mais tropas ao país até que tenham clara a legitimidade do novo Governo.» in [Globo.com]

09 agosto 2009

Portugal bélico e os seus impulsionadores

«No quadro da nova estratégia da NATO para o Afeganistão, o Conselho deu parecer favorável ao reforço da contribuição nacional, para o ano de 2010, com uma força de escalão companhia, análoga à que operou naquele teatro entre Agosto de 2005 e Julho de 2008» in [Público,09-07-2009]

O governo decidiu enviar mais 150 militares para o Afeganistão. Uma decisão alinhada com o quadro da nova estratégia da NATO para o Afeganistão. Assim se expõe a justificação oficial. Porém, temos um aumento do número de militares portugueses num cenário de guerra completamente alheio aos interesses pacíficos ou qualquer outro tipo de interesse minimamente importante a Portugal, uma guerra que tem como fundamento o ridículo combate ao terrorismo em que o efeito está superar as piores expectativas e um gasto de recursos humanos e materiais (totalmente evitável) para um capricho (agora consequência) resultante de políticas bélicas de certos países e pessoas.

O frenesim sobre a despesa pública e a necessidade de se impor um corte nos gastos supérfluos do Estado aparenta não se aplicar neste caso. Não vejo os (habituais) defensores do rigor económico (já que os valores humanistas por vezes não os atrai) e das contas públicas a se elevarem contra esta decisão. Não me digam que há um investimento público subjacente a esta decisão? Pois.

Em conclusão: não há um gasto mais supérfluo de que o custo de guerra, ainda por cima com a agravante desta guerra ser inútil (como qualquer guerra, resultante da falta de consenso) e completamente importada, o que torna esta decisão completamente redutora e mostra o (internacional) comprometimento dos governantes portugueses a desígnios que não o da Paz e o bem estar.

25 dezembro 2008

O velho e insalubre argumento: "mais vale prevenir do que remediar", levado, pois claro, ao extremo (Oriente)

«Médio Oriente: Israel ameaça invadir Gaza para impedir novos ataques.» in [JN]

Qualquer insinuação de parecença com os "ataques preventivos" ao Iraque e Afeganistão poderá ser considerada como um insulto à grande ordem mundial e, como tal, ter uma grande probabilidade de ser verdadeira.

17 novembro 2008

Mas o Bush não desejara o continuar da (injusta e horrível) guerra no Afeganistão? Será que existe uma "ruptura parcial" ?

«O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu no domingo à noite a retirada das tropas do Iraque, o fim da Al-Qaeda no Afeganistão e o fechamento do centro de detenção de Guantánamo, em uma ruptura com a política externa de George W. Bush.» in [AFP].

20 julho 2008

Erros, impunemente, contínuos em nome de algo 'maior'

Enquanto o candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, efectua um périplo em território afegão às bases norte-americanas e aos centro de interesses americanos, as forças internacionais a soldo da OTAN (NATO), equivocaram-se, ao matar nove polícias afegãos no decorrer de um bombardeamento a uma esquadra da polícia. Em bom americano hollywoodesco, estas mortes são apenas danos colaterais.