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03 abril 2010

Adultos incomodados

A polémica sobre o "negócio dos submarinos" está a iniciar-se, e já se ouve murmúrios. Neste caso, foi um almirante. Qual estatega económico, Vieira Matias, o dito almirante, adverte que Portugal deve-se comportar como um "país adulto", ou seja, pelas palavras do reverendo almirante, Portugal deve assumir o seu contrato com a Ferrostaal, mesmo que haja indícios fortes que este contrato tenha sido obtido via suborno e burla. O Almirante é incisivo e afirma que uma renúncia (legítima caso se prove os indícios de suborno e burla) do contrato assumido por Portugal implicará o fecho de várias empresas em Portugal com a maioria do capital alemão (apontando a Autoeuropa como exemplo). Numa coisa o almirante tem razão, Portugal deve-se comportar como um "país adulto": acabando com esta despesa totalmente dispensável (no contexto actual a última coisa que precisamos são despesas militares desta envergadura, tendo em conta que somos um país pacífico e democrático, outras necessidades se impõe) e tentar esclarecer este caso - custe o que custar- tal como qualquer adulto o faria.

09 março 2009

Continuem a "forçar a barra". Pois, qualquer dia ela quebra e então quero ver quem irá limpar os fragmentos

«A Coreia do Norte anunciou hoje que colocou as suas tropas em estado de alerta, no primeiro dia de manobras conjuntas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul na região - manobras que o regime comunista considera o prenúncio de uma invasão do seu território.»

Não igualando o estratego Sun Tzu, mas algo é-me evidente: Se um vizinho meu (um irmão que saiu de casa) que, particularmente, detesto-o, ronda a minha casa com uma ar ameaçador e armado e, para inflamar ainda mais a situação, trás consigo o grande e perigoso amigo (que por acaso é o maior rufia do bairro) é evidente que não ficarei quietinho à espera que o prestimoso sujeito e o amigo rufia, por obra do senhor, abandonem a ronda ameaçadora à minha porta. É preciso agir, pelo menos avisar.

11 janeiro 2009

Canja voodoo

«George W. Bush rejeitou no ano passado ajudar Israel num raide contra o principal complexo nuclear iraniano, optando por autorizar operações secretas de sabotagem, revela o New York Times na sua edição online» in [JN]

O conluio israelo-americano e a sua política «preventiva» tecem-se nos ficheiros «top-secret» por detrás das negociações e conversações diplomáticas. De nada vale, as «távolas» redondas da diplomacia internacional e os anseios de multilateralismo. Além, do critério ambíguo de quem deve ou não possuir o direito às armas nucleares (por princípio, sou contra) é este perigoso cinismo político que me irrita.

24 outubro 2007

E o povo é que sabe

Imaginem um mundo onde as potências militarizadas tivessem o seu poder interventivo na sociedade diminuído. E que seu "ego" beligerante fosse inversamente proporcional à sua influência social, em que o aumento de um correspondesse a uma diminuição do outro. Nesse mundo utópico, onde países ou uniões de países de índole pacifista e transigente governassem a sociedade em prol da harmonia e do balanceamento mundial.

Através desta pesquisa, constatou-se que a maioria da população de 52 países deseja uma diminuição do poder dos países considerados militarizados, inclusive os E.U.A.

Post Scriptum: Curioso o nome que os investigadores atribuíram aos países considerados menos militarizados, "Países Herbívoros". Penso que poderiam ter pensado num nome menos, digamos, dietético, mas mais representativo.

14 setembro 2007

Guerra nas Terras de Basto

Estalou um incidente diplomático nas Terras de Basto. A oligarquia da indústria de destruição maciça (pedreiras) de Cabeceiras de Basto, financiou o roubo inter-concelhio de armas de destruição maciça (martelos pneumáticos) em Mondim de Basto. O roubo foi perpetrado por dois espiões, com origem em Celorico de Basto, a mando de oligarcas cabeceirenses. Espera-se as últimas diligências diplomáticas para por fim a uma possível guerra "Bastiana". Esta terra está na iminência de se tornar os Balcãs do Minho.

Para uma reflexão pormenorizada fica cá o link para o incidente Guerra Bastiana.