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15 outubro 2010

Banco Alimentar Parlamento

O Aventar promove no Porto[Em frente ao Pingo Doce da Avenida da Boavista, no Porto] , no próximo sábado 16 de Out.2010, pelas 16h, o BANCO ALIMENTAR PARLAMENTO, destinado à recolha de alimentos para o deputado socialista Ricardo Gonçalves, que ainda recentemente confessou com inegável vergonha que o dinheiro não lhe chegava para comer.

O Aventar convida desde já os seus leitores a juntarem-se a esta cruzada de solidariedade.

Da mesma forma, o Aventar convida todos os blogues que se quiserem juntar a nós. Seremos 10, seremos 100, seremos 1000. E nas páginas do Aventar haverá espaço para agradecer a cada um. No Sábado, vamos todos fazer o bem!

22 maio 2010

O que não se ouve e lê nos principais meios de opinião

«Para a União Nacional dos comentadores e economistas do bloco central são estes os responsáveis pelo estado em que estamos: os funcionários públicos; os trabalhadores supostamente protegidos pelas nossas leis laborais; os cidadãos em geral, que vivem endividados e acima das suas possibilidades; o excesso de peso do Estado; e o excesso de impostos para a classe média-alta.

Repare o leitor que entre os responsáveis nunca está a banca, que além de nos ter enfiado nesta crise e ter sido salva pelos nossos impostos ainda paga menos ao fisco que todas as restantes empresas. Nunca está a elite económica constituída por meia dúzia de famílias que têm o Estado como refém dos seus negócios e os partidos como reféns da sua vontade. Nunca estão dos gestores mais bem pagos da Europa no País com o salário médio mais baixos da Europa.

Repare o leitor que por uma qualquer coincidência nunca estão, entre os responsáveis pelo estado em que estamos, quem realmente tem poder neste País. Não espanta. É muito radical ser “politicamente incorrecto”. Mas é preciso olhar bem para o chão que se pisa. Não consta que com a simpatia de funcionários públicos, professores, sindicalistas, desempregados, beneficiários do Rendimento Social de Inserção ou trabalhadores menos abonados se arranjem e se mantenham bons empregos. Há que dizer e escrever coisas chocantes, mas sem chocar as pessoas erradas.(...)»

via [2+2=5] que por sua vez via [Arrastão]

19 maio 2010

Internal affairs

A partir de hoje teremos mais um colaborador neste espaço. O ilustre tem como nome Alfredo Pinto Coelho e é mondinense. Companheiro de outras lutas, passará a lutar também aqui. Deixo aqui, como texto introdutório, o artigo de opinião do Alfredo que está presente no jornal "O Basto". Com o pensamento livre atinge a ideia de centralizarmos administrativamente a região. Uma ideia que apoio na integra. De ler e recomendar: "Retalhos de Basto".

03 outubro 2009

Leis e as suas lógicas, ou ilógicas

Transcrevo um comentário meu, em jeito de reflexão, escrito no blogue vizinho - "Blogue do Professor", a propósito deste artigo.
Discordo com esse tipo de leis. Penso que criam privilégios a determinadas classes, e com isso, podem gerar desiquilíbrios nas hierarquias sociais, nas relações laborais, e consequentemente, rupturas e conflitos. Autoridade deve guardar-se para profissionais responsáveis pelo cumprimento de leis cívicas e penais, apenas e só no exercício das suas profissões (juízes, polícias, equipas de fiscalização, etc), e nunca esquecendo o respeito pelo outro. Debaixo da "farda", são todos humanos. E fora do seu ofício, devem ser cidadãos comuns como quaisquer outros, livres, respeitando para receberem respeito. Não entendo que hajam profissões melhores nem piores, todas contribuem para o nosso desenvolvimento. Tenho a convicção que o necessário, é que haja é respeito pelo trabalho dos outros. Esse respeito tem de ser ganho na comunidade, e não na lei. Faz-me confusão pensar, que se tenha de ser "obrigado" a respeitar uma pessoa, que até possa estar a faltar-nos ao respeito ou ser péssima profissionalmente, apenas por ser uma autoridade, estando por isso, numa situação de vantagem, por uma lei especial, ao invés do respeito que possa merecer por qualidades como: ser educada, humana, competente, respeitadora, etc.
Pela confusão que gerou o primeiro título que atribuí ao post, decidi alterá-lo, para que não fique a falsa ideia, que estou a insurgir-me contra a classe dos professores.

03 julho 2009

Internal affairs

Que fique bem claro que, sendo eu quem administra as mensagens que publico neste espaço, e consequentemente os comentários às mesmas, jamais bloquearei, impedirei ou anularei o livre pensamento de cada um pelos seus comentários, a fim de, salvaguardar a liberdade de expressão e a democracia. Contudo, todo e qualquer comentário que procure ofender alguém na sua dimensão humana, na sua intimidade e vida privada fora do conhecimento e domínio públicos, ou ainda que, contenham linguagem que ultrapasse os limites da decência, serão imediatamente removidos. Desta forma, aqueles anónimos que perdem o seu precioso tempo a escrever comentários astronómicos repletos de linguagem(que não vou comentar), sem alusão alguma aos posts publicados, podem sempre escolher outros blogues para descarregarem as suas ideias(que pelos vistos são muitas), ou então, podem sempre criar um blogue próprio para lá publicarem o que bem entenderem.