Mostrar mensagens com a etiqueta Emprego. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Emprego. Mostrar todas as mensagens

23 abril 2009

Quase cinco anos depois...

«O Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, José Vieira da Silva, preside, hoje, à sessão de inauguração do novo edifício do Centro de Emprego de Basto, no Arco de Baúlhe. A infra-estrutura, que vai servir Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto e Ribeira de Pena, abrange uma população residente de aproximadamente 56 mil habitantes» in [Diário do Minho]

28 fevereiro 2009

"No one cares"

«O despedimento de 4 mil trabalhadores da Embraer, fabricante brasileira de aviões, foi mandado suspender após decisão de um tribunal de trabalho brasileiro.» in [AF]

Enquanto nós por cá, vivemos apenas com as queixas (quando são mediatizadas) de centenas de trabalhadores ilegalmente despedidos...

17 outubro 2008

Bem parecia que para o empresariado português o paradigma de melhor qualificação, melhor emprego, melhor salário não é um factor para o lucro fácil

A contratação de licenciados não é uma as prioridades dos empresários portugueses nos próximos três anos, revela um inquérito realizado pela Confederação da Indústria Portuguesa e pela Agência Nacional para a Qualificação.

Cá está a realidade da maioria dos empresários, quanto aos seus paradigmas económicos -segundo o inquérito. Agora percebo porque, com tantos licenciados (mão-de-obra qualificada) em situação laboral precária ou desempregados, o "discurso oficial" dos empresários para explicar a "má produtividade" (mas propulsor dos seus lucros) e o crónico problema do (não substancial)crescimento da economia portuguesa é a, sempre útil, baixa qualificação da população activa em Portugal.

13 junho 2008

Dúvidas sobre a "resolução" da paralisação dos camionistas a soldo do patronato

Para além das propostas governamentais dirigidas ao patronato, quais foram as propostas para resolver os problemas laborais e sociais dos trabalhadores?

15 fevereiro 2008

Desemprego em Cabeceiras de Basto

O desemprego no nosso mui estimado concelho tem diminuído. A conjectura socio-económica não melhorou. A irrealidade das estatísticas não melhora os dramas humanos e sociais que perduram por detrás de tal irrealidade. Não esqueçamos que o desemprego estatístico está abaixo do desemprego real, o subsídio de desemprego não abrange aqueles que estão à procura do primeiro emprego, não cobre situações de desemprego que não cumpriram com o mínimo legal de contribuições para a segurança social e situações que, entretanto, esgotaram os prazos de acesso ao direito.

Que triste é visualizar -a tristeza de tal evento torna-se quase asfixiante nestas terras interiorizadas- a partida desesperada de quem tem de migrar para alimentar a família, enquanto visualizamos um País de grupos económicos, classes privilegiadas e um compadrio deplorável e horrendo. São estes, os que partem, que humildemente absorvem meu respeito. O meu total e incondicional respeito.