Linkin Park - A Thousand Suns - "The Catalyst"
...quando a minha mente era ainda como uma borboleta colorida, curiosa mas inocente, alegre e sem preocupações maiores. Recordo os fácies das pessoas, cheias de vida, esperançosas e mais solidárias. Não se houvia falar depressões e de "xanaxes" como agora, havia emprego de sobra, o IVA era baixinho, pouco se falava de economias e de défices, era o reflexo de um país que crescia e prosperava por melhoria da qualidade de vida.
Hoje, ao som da música, recordo outros tempos, porque recordar é viver e repensar. Tempos que jamais voltarão, porque o tempo não recua, e a minha mente não deixa. Hoje, tenho os sentidos apurados, e no pensamento outras responsabilidades que não tinha outrora, num país destruído económicamente e degradado socialmente. Tenho de ser sincero, não tenho menos qualidade de vida que no passado, mas tenho a sensação, como a grande maioria certamente terá, de que estamos numa inversão do progresso desejável e daquele que foi expectável, sem que nos dêem capacidades ou oportunidades de o alterar, e que, tendencialmente, se tem traduzido e traduzirá numa perda de qualidade de vida das pessoas. Isto doi, porque não foi o que me "venderam" quando era pequenino. O meu país tem vindo a pregar umas partidas de muito mau gosto. Até quando?
O novo álbum da banda canadiana - "The Suburbs", estreou a 2 de Agosto no Reino Unido.
Têm concerto agendado para o Pavilhão Atlântico a 18 de Novembro deste ano. [Detalhes]
A cabeceirense Adriana Ferreira, um talento emergente na área musical, está, hoje, em destaque no Jornal de Notícias: com fôlego para sonhar.
Quando aquele fatídico dia chegou, Arnold tentou ludibriar a morte, permanecendo deitado durante todo o dia, para desespero de sua mulher, que não aceitava aquelas "maluquices". Arnold dizia para todos que estava decidido a passar o dia inteiro na cama, de modo a evitar eventuais acidentes. Poucos minutos antes da meia noite, sua esposa foi ao quarto dele para brincar com ele, pois nada de ruim havia acontecido. Ao chegar no quarto, ela encontrou Shonberg deitado. Ele olhou para a esposa e pronunciou apenas "harmonia" e então morreu."
É certo, e notável, que a blogosfera está a perder popularidade. Há vários factores que implicarão a perda de popularidade. Porém, o destaque não é sobre esta evidência. Não sendo comum por estas bandas, os blogues mono-temáticos (ou quase) existem. Destaco dois. O tema é a música - e tudo que a compõe. São o Basto Rockz e o Ouriço FM. Dois espaços colectivos que partilham (entre eles e conosco -os leitores) as novidades e os aspectos marcantes da história musical. Já têm mais de uma ano de actividade.
...mais nenhum instrumento a solo é capaz de o fazer, especialmente quando o pianista é excelente.
Para os mestres de Reiki este dia é muito importante, porque o Universo disponibiliza energia muito útil para as alminhas que andam cá pela Terra. E não, não se trata de superstição da minha parte, trata-se daquilo que se sente. Um dia mau às vezes começa quando acordamos, sem razão aparente. Uns dizem que é do tempo, e talvez seja, da pouca energia que certos climas e alguns dias nos disponibilizam. Não conheço ninguém que não goste da Primavera e que não sinta um novo fôlego à medida que ela avança. Esta estação representa o nascimento, a nova vida. É nela que se concentram as energias necessárias para que as plantas floresçam, e para que determinadas espécies acasalem e perpetuem essa mesma vida.
Gosto de luz, de sol, da temperatura amena mas aquecer, de saber que os dias vão crescer e as noites decrescer, de ter menos roupa vestida, da frescura das manhãs com o aroma das flores e das plantas que vão rebentando, da melodia fantástica dos pássaros e outras aves em alvoroço total nos seus rituais de acasalamento...
...e aqui me encontro no final deste dia maravilhoso, onde não tive tempo para limpar portugal (ossos do ofício), mas onde arranjei um tempinho (que tem andado escasso) ao final da tarde para fazer um jogging no parque. Assim limpei o corpo e a mente ao som de um house bacano, óptimo para fazer um refresh e arrancar para mais uma etapa.
Informação: esta música dos White Stripes é uma versão de uma música de Dusty Springfield. O videoclip foi realizado por Sofia Coppola (Lost in Translation e afins) e tem como protagonista a menina Kate Moss.
O novo álbum - "The resistance", tem tido alguma dificuldade em afirmar-se, sobretudo nos admiradores mais antigos da banda, onde eu, me auto incluo. Este novo trabalho é sem dúvida mais comercial, à semelhança do que já tinha sido o seu antecessor - "Black holes and revelations", onde rebusca claramente a referência sonora e majestosa dos Queen, e em algumas músicas, o romantismo da sonoridade dos Him. Não seria necessário, porque eles próprios (Muse) já conseguiram ser uma referênica do rock moderno. Contudo, mesmo as novas músicas conseguiram manter o nível de energia, com a "The resistance tour", a trazer uma novidade no cenário, e nos efeitos visuais que envolveram toda a sala, contribuíndo para o ambiente de festa.
Os três arranha-céus que constituiram o cenário e que tanta curiosidade e teorias geraram nas cabeças do público, revelaram-se no início do espectáculo, com os 3 elementos da banda a surgirem em três plataformas distintas, num nível superior ao do palco, e que foram descendo e subindo duranto o evento. Porém, tenho lido alguma crítica relativamente às condições de acústica do Pavilhão Atlântico, e não posso sequer contradizê-las, porque é muito provável que em certas zonas da plateia e das bancadas, a qualidade do som seja baixa. Assisti aos Depeche Mode e aos Muse em circunstâncias muito idênticas, de frente para o palco, a uns 15 metros de distância. Talvez uma posição privilegiada, em que não senti grande dificuldade de ouvir os instrumentos e as vozes, com excepção dos momentos de pulos e de coro do público. Mas comparando os dois concertos, e sem tirar qualquer méritos aos Depeche Mode, a potência e energia sonora dos Muse foi muito superior.
Não posso deixar de fazer referência aos escoceses - Biffy Clyro, já conhecidos de alguns portugueses, numa das edições anteriores do Festival de Paredes de Coura. A banda escocesa abriu a noite de espectáculo tocando cerca de 30 minutos com grande garra, preparando da melhor forma o ambiente, para o que de melhor estava para vir.
Muse - "Uprising"
Muse - "Feeling good"
Muse - "Time is running out"
Muse - "Knights of cydonia"