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30 agosto 2010

Portugal e, em particular, o Algarve, têm o orgulho estival ferido - dizem eles

A declaração é absurda e a exigência insultuosa. A direcção da Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) pede que a campanha seja suspensa e que os cartazes sejam retirados de todo o país. Esta associação está a referi-se aos cartazes alusivos ao evento "Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura". Nestes cartazes aparecem estádios, estações e praias (que supostamente estão sempre muito "povoados") desertos pois todos foram a Guimarães em 2012. Mas nas mentes directivas desta associação é um insulto para o turismo algarvio (é isto que lhe faz doer o ego) aparecerem as mui belas praias algarvias desertas nos cartazes. Espero que estas declarações ocas e ridículas não passam daquilo que são: declarações ocas e ridículas. 

Como é possível que um cartaz alusivo a um evento internacional e relevante incomode os "pseudo-patrões" da praias algarvias? Uma praia deserta no Algarve é um insulto para os algarvios e para Portugal? Por favor. Um insulto para os algarvios e para Portugal é não haver cartazes por todo este país a mostrar as barbaridades urbanísticas e ambientais feitas ilegalmente e que insultam a inteligência e a vida de quem lá vive e se passeia por lá.

09 dezembro 2008

Paris através dos sentidos...

Paladar...

08 dezembro 2008

Paris através dos sentidos...

Visão

19 maio 2008

Cabeceiras de Basto, uma terra de Turismo

Em Celorico de Basto, reluz uma alternativa viável, com um retorno económico iminente, à degradação visível do património imobiliário de grande qualidade histórica que lá está implementado. São cerca de cinquenta milhões de euros em investimento que de uma forma, que poderá servir de exemplo, a Autarquia interveio na possível captação de investimento no sector turístico para o Concelho.

Devido à proximidade geográfica, à confluência de tradições e genética, Cabeceiras de Basto poderá ter como o exemplo o que acontece no Concelho irmão. Padecemos do mesmo mal. Património arquitectónico em debanda e abandonado. Visualizámos e sentimos a degradação de um número considerável de património arquitectónico vilipendiado pela incúria, carência monetária ou disputas hereditárias dos seus proprietários.

Rentabilizar o património é uma garantia para a sua conservação. Espero, que de futuro, as entidades competentes e a sociedade civil se baseiem neste caso, ou em similares formas de atrair investimento para o sector turístico, para dinamizar e criar condições de mais valia na qualidade do turismo. A consequência só poderá ser positiva. O Turismo, particularizando, o Turismo Rural assume-se como um meio basilar e de extrema importância, na criação de emprego e riqueza essencial para a terras interiorizadas como a nossa.

05 maio 2008

Turismo para que te quero

Existe um défice em Cabeceiras de Basto de planeamento e orientação de oferta turística, não em idílicas paisagens e alguns espaços propensos ao turismo rural, mas sim num concertado e orientado Plano Turístico que vise uma aposta concreta de interesses e investimentos por parte da Autarquia e entidades privadas.

Alguns passos se deram outros se darão. Mas o planeamento de investimento turístico é necessário. Precisa-se "protocolar" o que o Município deve investir, referente ao sector económico do Turismo, e como. Delimitar estratégias e proporcionar condições favoráveis para operadores turísticos investir neste Concelho.

Recentemente, na sessão de encerramento do Congresso de Turismo Cultural e Religioso, realizado em Cabeceiras de Basto, o edil cabeceirense demonstrou interesse do Concelho em integrar uma rede internacional de turismo religioso. Cá está uma boa aposta turística (reparemos o potencial religioso, tanto arquitectónico e humano, em Cabeceiras de Basto). Falta agora apostar, com base num bom plano de investimento, em outras variantes turísticas.

Um Plano Director Turístico, bem fundamentado com estudos credíveis e realísticos, é uma excelente ideia. Não é caro Eduardo?

16 fevereiro 2008

Água Hotel Mondim de Basto

Hotel de luxo abre em Março em Mondim de Basto

Enquanto em Cabeceiras de Basto regozija-se por não possuir nenhuma unidade hoteleira, fica aqui um link para os possiveis sítios, e alguns de uma qualidade e beleza extraordinária, para descanço e mordomia neste ilustre Concelho: Onde ficar.

31 outubro 2007

Turismo regionalizado? Quase

A associação das regiões de turismo entregou à Secretaria de Estado do sector uma contraproposta onde defende a redução de 19 para sete regiões, seguindo as NUT III, embora a opção de 12 entidades também reunisse muitos defensores.

Com esta proposta, Portugal continental ficará "divido" em cinco regiões de turismo: Norte,Centro,Lisboa,Alentejo e Algarve.

Sendo compreensível a necessidade de reestruturar as regiões de turismo para possuírem uma entidade dinamizadora e interlocutora junto do órgão geral do turismo (aplicando o conceito de regionalização no âmbito do turismo) , não o aprovaria.

Porquê?

Tal como o projecto da regionalização baseado nas cinco regiões administrativas, este dará azo a um novo tipo de centralismo: o centralismo regional. Parece um paradoxo, para quem defende a regionalização, mas é o que possivelmente acontecerá. O Norte, em toda a sua dimensão, centralizado no Porto.

Se a regionalização, baseada nas nove regiões administrativas, estivesse edificada, estaríamos usufruir de onze regiões de turismo, nove regiões no continente mais as duas regiões autónomas. O projecto para as regiões de turismo baseado nesta perspectiva, mesmo tendo muitos apoiantes, foi negado.