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29 outubro 2009

«Todos os animais são iguais mas alguns são mais que outros»

«Nicolas Sarkozy é acusado pelo Tribunal de Contas francês de ter "exagerado muito" nas despesas durante a Presidência francesa da União Europeia - €171 milhões em 6 meses, mais do dobro da média das outras presidências.» in [Expresso]

04 junho 2009

"Uma espécie de confissão"

Um banqueiro no confessionário I

Um banqueiro no confessionário II

Um banqueiro no confessionário III

02 junho 2009

Uma "cruz pesada"

Assistimos, nos últimos nove meses, à "injecção" por parte da Caixa Geral de Depósitos no Banco Português de Negócios do revoltante valor de 2,55 mil milhões de euros. Uma "cruz pesada" para um país que está diante uma crise social e que se conteve sempre em outras despesas, digamos, mais pertinentes. No entanto, a decisão que legalmente permitiu este montante (a nacionalização) alegadamente (por que vivemos no tempos das alegações) foi baseada num parecer do mui atento governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, três dias antes da decisão parlamentar (somente a maioria socialista votou favoravelmente). Um parecer que aconselhara a nacionalização (sem o cálculo dos possíveis custos) em somente sete linhas. É assim, no país pejado de bons e atentos senhores. Para isso dedico-os uma música que tem como título um sentimento que alegadamente não reina no mundo dos "decisores" deste mui honroso país:VERGONHA.

31 março 2009

Para cargos públicos a exigência de registo criminal "limpo" não se aplica a todos?

Louçã considera nomeação de Domingos Névoa uma "ofensa à democracia"

De facto, nos dias que correm é-nos mais fácil despejar escritos carregados de incomformismo e mau-desejo que apresentar alternativas bonitas e pertinentes. Uma da razões é a facilidade em que nos deparamos com o statu de quem nos "governa" (isto inclui políticos, governantes, capital e afins) um estado que está a raiar o mísero, o incomportável e está a provocar, digamos, uma encarnação de um mau-estar. Não por ser uma (má) novidade. Não, a "esterqueira" já lá estava. A consciência colectiva é que está, nos tempos de crise, mais sensível aos "podres" daqueles que o pedestal do poder segura.

Relativamente à notícia atrás citada, por uma implicação simples compreende-se que se a Braval é uma empresa com uma maioria de capitais públicos (consequentemente uma empresa pública) então tem de se submeter aos desígnios, morais ou de outra coisa qualquer, dos seus "accionistas",ou seja, nós. Nomear um homem (condenado por tentar corromper o vereador da Câmara de Lisboa José Sá Fernandes, ou seja, tentar corromper alguém com responsabilidade pública) para presidir uma empresa com responsabilidades públicas é, no mínimo, um paradoxo caricato de um Portugal de "tachos" e "tachinhos". Por favor...alguém que arrume a casa.