Fotos tiradas da parte da frente, do lado e de trás de minha casa.
31 agosto 2009
Cabeceiras a arder
28 agosto 2009
Autárquicas [Cabeceiras de Basto] - 3
Mário Leite escreve sobre os seus "olhares" sobre as listas de candidatos às eleições autárquicas no concelho de Cabeceiras de Basto. Olhar as listas do PS, olhar as listas da coligação "PELA NOSSA TERRA" (cds-pp e ppd-psd) e Olhar da lista da CDU, são os artigos em destaque.
26 agosto 2009
A realidade em diferentes perspectivas
«O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, diz que «o mundo não será mais o mesmo depois da crise», cita a Lusa.» in [Agência Financeira]
Tendo a discordar com esta afirmação de Durão Barroso, e arrisco a dizer que quase tudo estará igual após a crise. Não houve e não há, pelo menos visível, qualquer acção de mudança na regulação do sistema financeiro internacional. As regras e a falta de supervisão que permitiram que o capitalismo selvagem provocasse esta crise continuam por reformular sem que os governantes tenham qualquer acção prática. Lembro-me de ouvir, no inicio mediático da crise, as exigências de todos para mudar. Agora, os que sempre as exigiram as mudanças no sistema financeiro continuam a exigir. Os outros, aqueles que na hora da evidência exigiram o evidente estão, relutantemente, encostados ao deixa andar para ver se ainda dá para colar o seu tão apregoado sonho liberal. Enfim.
Supermassive black hole
«O Ministério Público (MP) quer concluir a investigação do caso Freeport antes das eleições legislativas, mas está cada vez mais difícil cumprir esse objectivo, devido aos atrasos provocados pela análise aos fluxos financeiros.» in [DN]
Para aqueles que, recorrentemente, afirmam que o Estado não pode ser jogador e árbitro ao mesmo tempo no jogo da Economia uma informação
...o FED, o banco central privado dos Estados Unidos, também tem um papel duplo (jogador e árbitro) no sistema monetário e financeiro do grande paradigma neoliberal- Estados Unidos da América. O FED tem o controlo da provisão do dinheiro nos EUA, ou seja, somente ele, uma entidade privada, pode "criar" dinheiro e injectá-lo no sistema. É um monopólio na criação e venda de dinheiro, controlado por uma entidade privada. Contudo, o FED, possui ainda o dever de monitorizar e regular a actividade de outros bancos privados tal e qual certas entidades similares públicas como, por exemplo, o Banco Central Europeu.
Queremos andar de comboio !
As vantagens de uma possível reactivação da linha ferroviária do Tâmega (Livração-Amarante-Celorico-Mondim-Cabeceiras) e do projecto inicial (ligação Guimarães-Fafe-Cabeceiras e Cabeceiras-Chaves) são evidentes. O comboio é um tipo de transporte essencial para responder às necessidades económica-ecológicas deste século. Nomeadamente, um tipo de comboio em bitola estreita electrificado, que servisse a mobilidade das populações e mercadorias em distâncias suburbanas e regionais (articulado com outras linhas) e possuísse a valência do turismo ferroviário (expondo as belezas naturais atravessadas pela linha e as características únicas da linha), seria algo, no meu pensamento, essencial para a Região de Basto. Teríamos um transporte público, económico, ecológico e, consequentemente, um tipo de investimento público que combateria a desertificação e o subdesenvolvimento, para além de promover as obrigações internacionais no âmbito ambiental.
Porém, um projecto de reactivação, modernização (como estão a fazer no troço Livração-Amarante) e desenvolvimento da linha do Tâmega (e linhas adjacentes) teria que ser transversal à Região de Basto. Necessitaríamos que houvesse vontade dos políticos e desejo dos governantes. Por exemplo, se houvesse uma confluência política sobre este projecto (como parece haver sobre o malogrado tema das barragens destinadas para o Tâmega e sobre a pertinência(?) das "ciclo-eco-pistas" entre os "decisores" desta região) os governantes das terras de Basto, Amarante, Guimarães e Fafe poderiam possibilitar a realização deste projecto, financiando um estudo sócio-económico e técnico e, posteriormente, apresentando-o à REFER, ao Governo e às demais entidades necessárias. Para isso, deveria haver capacidade de consenso, visão, comunicação institucional e sensibilidade ecológica. O que, na realidade, seria a parte mais difícil e morosa de um eventual projecto.
24 agosto 2009
Algo está desactualizado
Tristes são aqueles que querem impor, repito, impor o seu modelo de união entre dois seres com pressupostos de outros tempos, claramente errados e anacrónicos. Clarificando, o Presidente da República vetou um "novo" pacote legislativo que alargava o quadro legal para uniões de facto. Ao vetar este novo pacote legislativo, que por exemplo previa o direito legal à pensão por morte do companheiro ou companheira, o Presidente da República usou o argumento "estamos no final da legislatura e o assunto não está suficientemente discutido na sociedade civil". Este argumento, que se já repetiu diversas vezes, serve para vetar tudo o que a sua moral e religiosidade assim o determine.
Qualquer tipo de união entre seres deveria ser, sobre a égide de um Estado Civil, somente a união, prevista na lei, entre pessoas com vista a ter certas regalias perante os demais. A razão da sua existência legal seria a necessidade de o Estado (como reflexo da sociedade) precisar de ter este tipo de união para atingir certas finalidades. Por isso, o Estado deveria prever e incentivar legislativamente qualquer tipo de união. Caso contrário, ou seja, caso o Estado e a sociedade não necessitasse de qualquer tipo de união para atingir certos fins, o casamento ou outra coisa qualquer, a nível legal, deveria desaparecer. Assim, quem quissesse unir ou desunir dependeria somente da sua livre vontade.
Adenda: o Presidente da República utilizou um outro interessante argumento para sustentar o seu veto. O argumento cinge-se, e cito, pela: «escolha pessoal de um modo de vida em comum que, numa sociedade livre, aberta e plural, o Estado deve respeitar, não colocando quaisquer entraves à sua constituição, nem impondo aos cidadãos um outro modelo de comunhão de vida». No entanto, o veto a este pacote legislativo, impõe o modelo de vida em comunhão vigente pois não permite um outro modelo de comunhão com os semelhantes direitos legais.
22 agosto 2009
[Silly season daily dose] Como se paga uma multa de 150 euros por estar em contacto com a natureza?
Mondim Online, o primeiro aniversário
Não poderia de deixar de referir, aqui, o primeiro aniversário do Mondim Online. Um projecto de Bruno Ferreira que enriquece o espaço informativo de Mondim de Basto mas também de toda a região de Basto. Um projecto de um jovem empreendedor que um dia lembrou informar. Parabéns.
Autárquicas [Cabeceiras de Basto] - 2
As listas de candidatos aos diferentes órgãos governativos de Cabeceiras de Basto já estão "fechadas". Consequência: estão expostas no Palácio da Justiça de Cabeceiras de Basto.
Contudo, falta algum tempo para ouvirmos e lermos os programas eleitorais das forças políticas presentes em Cabeceiras de Basto. Porém, uma reflexão se impõe: quanto aos nomes serão quase os mesmos, com devidas correcções, a concorrer aos lugares públicos.Quanto às ideias, veremos, mas quase que adianto que serão, mais uma vez, quase as mesmas.
No principal partido o princípio de Peter é elevado ao auge. Quem contesta ou tem uma ideia diferente do que a estrutura partidária determina é arredado ou ignorado, elevando os fanáticos e os imprescindíveis ao núcleo do partido. Certamente, será por uma questão de governabilidade, dentro do partido, que se vê tão pouco "sangue novo" (consequentemente maneiras de pensar diferentes) a ilustrar as listas de candidatos.
Na principal coligação, reduto, tal como o principal partido, de alguns conservadores de costumes e usos menos próprios nos tempos que correm, há um certo desconforto, mais uma vez, com os nomes e a atitude do "partido" para as eleições autárquicas que se aproximam. Provavelmente, as ideias subjacentes ao programa eleitoral (a elaborar, tal como a estrutura nacional) irão se aproximar do cliché e das propostas do principal partido. Apenas têm um senão: o principal partido tem obra a apresentar e a principal coligação não (é o handicap de se estar em oposição e não em governação).
Por fim ,mas não a pior, está a segunda coligação mais votada em outras eleições. Aparentemente, sofre um pouco dos males das congéneres políticas mas, na minha opinião, consegue ter um tom ligeiramente diferente. São os mesmos nomes e as mesmas ideias. A renovação de ideias e de nomes sofrerá (como as outras forças políticas) por falta de motivação e de divulgação das suas ideias e propostas nos últimos anos.
20 agosto 2009
Sobre a capa da seriedade (II)
O livro das «conclusões do Bloco de Esquerda na Comissão de Inquérito ao BPN», assegura que existe algo a esclarecer sobre a implicação do Presidente da República no escândalo BPN. João Semedo, deputado e um dos redactores do relatório, assevera que Cavaco Silva foi beneficiado nos negócios que fez com a SLN. Ora, falta o esclarecimento sobre esta situação que está, mais uma vez, remetido ao silêncio.
Sem dúvida, um investimento necessário e exemplar
«José Sócrates apontou Cabeceiras de Basto como «um exemplo para o país» pelo investimento na educação. Os dois novos centros escolares do município dirigido por Joaquim Barreto " um dos quais estará pronto este ano lectivo " estão orçados em 7,5 milhões de euros.» in [Diário do Minho]
Episódios conjugais num partido com "governabilidade" perto de si
1. O Partido Socialista denuncia que alguns assessores do Presidente da República estão a ajudar na elaboração do programa eleitoral do PSD, o que contraria a obrigação (ética) de isenção dos membros da presidência.
2. O jornal "PÚBLICO" apresenta uma notícia em que um (daqueles anteriormente acusados pelo PS) dos assessores do Presidente da República lança suspeitas sobre uma obscura passagem de informação da presidência para o governo (seja via bufo ou via vigilância).
3. José Pedro Aguiar, vice-presidente do PSD, desmentiu "categoricamente" que qualquer assessor do Presidente da República tenha participado na elaboração do programa eleitoral dos sociais-democratas.
4. No jornal "SOL" é apresentada a confirmação, colocada no site do PSD, em que um assessor da presidência participou, efectivamente, na elaboração do programa eleitoral (ainda em estudo) dos social-democratas.
5. Francisco Assis desafia o Presidente da República a "mandar calar os que em Belém lançam suspeitas" sobre o governo.
No entanto, sobre este disparate de Verão, o nosso primeiro-ministro prefere não comentar comentando e o nosso presidente da República remete-se ao, quase típico, silêncio social-democrata. Vale a pena referir que esta "historieta" entre o PSD e PS, de uma forma mais ou menos camuflada, faz parte de um conjunto de acontecimentos repetitivos de guerras extra-políticas entre estes dois partidos. É certo que mancham a credibilidade política, em particular daqueles dois partidos mas também de uma forma geral todos os outros, porém é interessante ver o que move estes partidos. Algo que pode ser adjectivado como: interesseiro, vingativo, sem escrúpulo, maquiavélico e faminto por poder.
15 agosto 2009
13 agosto 2009
Compreendem porque é que as alternativas à rodovia não são impulsionadas pelos governantes e afins
«As concessões das novas auto-estradas foram adjudicadas em média por valores 57% acima das propostas iniciais. Duas foram chumbadas pela comissão de avaliação dos concursos(..)A diferença de valores entre as propostas iniciais e finais chega a atingir os 639 milhões de euros (mais 119%) na Auto-Estrada do Centro entregue à Mota Engil e 194 milhões (mais 167%) no caso da AE do Baixo Tejo, a cargo da Brisa. A comissão de avaliação deu parecer negativo à adjudicação da AE Centro e do Pinhal Interior, justificando o chumbo com a diferença de preços, mas manteve outras adjudicações com diferenças superiores.» in [Esquerda.net]
Basto Rockz
O Basto Rockz é uma "garagem" de crítica musical criado por três jovens cabeceirenses. Este espaço debruça-se sobre a música e os seus derivados. Quanto a mim será um espaço de obrigatória visita... a não perder Basto Rockz.
11 agosto 2009
Anna
Terminei a leitura do volumoso Anna Karénina de Tolstoi. Um livro viciante que durante semanas me permitiu viajar pela Rússia do século XIX através dos seus personagens. Ao longo da leitura senti as dúvidas, a alegria, o medo, a tristeza e até o desespero sentidos pelas personagens e senti-me como se eu fosse cada uma delas. Esta é uma proeza que só um grande escritor como Tolstoi consegue, transmitir sentimentos e acontecimentos de forma tão real que parece estarmos a vivenciá-los.
O excerto que de seguida transcrevo não foi escolhido por considerar que é a moral da história mas apenas porque foi uma das passagens que mais me marcou.
"Sim,em que estava eu a pensar?Em que não posso imaginar uma situação em que a vida não seja sofrimento, que todos nós fomos feitos para sofrer, e que todos sabemos e estamos sempre a inventar meios para nos enganarmos. E quando vemos a verdade, o que fazer?
- A razão foi dada ao homem para se livrar daquilo que o incomoda-disse a senhora em francês(...)
Estas palavras pareciam responder ao pensamento de Anna.
-Livrar-se daquilo que o incomoda- repetiu Anna."
[Silly Season daily dose] Com cores régias e inúmeros nomes bora lá hastear a bandeira
Ao que parece um grupo de bloggers sob a ilusão (seja pela causa monárquica ou pelo simples marketing) resolveram hastear a última bandeira do regime monárquico em Portugal nos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Lisboa. Nada contra o acto (o hastear) mas é engraçado que estes mesmos bloggers condenaram o facto de um grupo de ambientalistas terem destruído um punhado de milho transgénico acusando-os de violentar propriedade privada vêm, agora, exaltar a violação do espaço público aludindo-se como "guerrilheiros ideológicos". Esquecem-se (deliberadamente) que o espaço público é propriedade pública e que o crime e a desobediência civil, em nome de uma qualquer ideologia, é para ser tratado com coerência. Incoerências à parte, até imagino uma réplica deste acontecimento em Terras de Basto, tão saudosista que esta terra é em retomar velhos símbolos e velhos regimes. É pena que os mais dissimulados defensores da causa monárquica por estas bandas estejam um pouco "enferrujados" para este tipo de aventuras ideológicas.
10 agosto 2009
[esta Terça-Feira, 11 de Agosto]
Um paradoxo cabeceirense
Decorreu nos últimos dias (Sexta-Feira, Sábado e Domingo) a Festa das Comunidades e dos Produtos Locais. Uma festa com um programa rico em iniciativas que expõe a riqueza cultural e gastronómica deste concelho. Uma festa em nome da Comunidade e dos produtos locais que, tem como ponto alto (pelo menos o mais publicitado), uma "monumental Corrida de Toiros". Gostos e sentimentos humanistas à parte (pessoalmente não gosto e acho redutor este tipo de evento), esta "monumental" corrida de touros é uma importação cultural imposta por uma moda que vem se implementando em alguns concelhos do interior. De realçar que não tenho conhecimento de nenhuma tradição tauromáquica residente em Cabeceiras de Basto. Logo, apresenta-se como um paradoxo, "encaixar" esta corrida de touros numa festa para a Comunidade que divulga os usos e costumes, os produtos locais e as tradições da região. A título de curiosidade temos que tanto no programa (aqui) como no artigo que serve de exposição à festa (aqui), as referências à corrida tem como acompanhante o substantivo toiro. E toiro é um substantivo mais utilizado no Sul de Portugal (uma hipótese minha sem qualquer base científica apenas baseada em algumas constatações) pois, cá, no Norte, a paralela palavra escreve-se e diz-se como touro. Provavelmente, um sintoma de como esta tradição é culturalmente "importada".
09 agosto 2009
Portugal bélico e os seus impulsionadores
«No quadro da nova estratégia da NATO para o Afeganistão, o Conselho deu parecer favorável ao reforço da contribuição nacional, para o ano de 2010, com uma força de escalão companhia, análoga à que operou naquele teatro entre Agosto de 2005 e Julho de 2008» in [Público,09-07-2009]
O governo decidiu enviar mais 150 militares para o Afeganistão. Uma decisão alinhada com o quadro da nova estratégia da NATO para o Afeganistão. Assim se expõe a justificação oficial. Porém, temos um aumento do número de militares portugueses num cenário de guerra completamente alheio aos interesses pacíficos ou qualquer outro tipo de interesse minimamente importante a Portugal, uma guerra que tem como fundamento o ridículo combate ao terrorismo em que o efeito está superar as piores expectativas e um gasto de recursos humanos e materiais (totalmente evitável) para um capricho (agora consequência) resultante de políticas bélicas de certos países e pessoas.
O frenesim sobre a despesa pública e a necessidade de se impor um corte nos gastos supérfluos do Estado aparenta não se aplicar neste caso. Não vejo os (habituais) defensores do rigor económico (já que os valores humanistas por vezes não os atrai) e das contas públicas a se elevarem contra esta decisão. Não me digam que há um investimento público subjacente a esta decisão? Pois.
Em conclusão: não há um gasto mais supérfluo de que o custo de guerra, ainda por cima com a agravante desta guerra ser inútil (como qualquer guerra, resultante da falta de consenso) e completamente importada, o que torna esta decisão completamente redutora e mostra o (internacional) comprometimento dos governantes portugueses a desígnios que não o da Paz e o bem estar.
06 agosto 2009
Um exemplo português
Destaco, aqui, um artigo (escrito em inglês) que possui o título «Portugal já resolveu o problema dos carros eléctricos?», de Paul Ames.
Neste artigo o jornalista aponta aquilo em que este governo, e merece o reconhecimento, se destacou positivamente: o impulsionamento das energias renováveis e a consequente diminuição da dependência do petróleo e energia importados.
De realçar, que o jornalista, neste artigo, destaca a fragilidade da falta de recursos naturais que a partir dos quais se pode produzir energia e sublinha a política deste governo na superação desta fragilidade com políticas orientadas à energia "verde" e renovável. Importante, também, a particularidade de o autor apenas referir como energia "verde" e renovável a energia obtida a partir das ondas, do vento e do Sol. Nem uma pequena referência à energia obtida a partir da água. Sintomático.
03 agosto 2009
Sobre a capa da seriedade
«A SLN - sociedade detentora do Banco Português de Negócios - vendia acções suas a alguns "amigos" para depois as comprar mais caras aos mesmos "amigos", garantindo, logo no início do negócio, "um lucro chorudo e sem qualquer risco".Ao que tudo indica, Cavaco Silva foi um dos "amigos" beneficiados.» [ler mais]
Adenda:sobre uma tónica diferente no tom e no remédio mas comum no diagnóstico, Mário Crespo apresenta este caso entre outros neste artigo intitulado como «Diferenças».
02 agosto 2009
Adoro divagar por entre letras e pensamentos e quem quiser que me ature
Os companheiros de escrita neste blog aparentam ter gostos que se cruzam no especto musical. Poderia afirmar que têm como a espinha dorsal deste cruzamento os Sigur Rós, Radiohead, Yann Tiersen, Rodrigo Leão etc. Arriscaria, até, dizer que este cruzamento não é circunstancial mas sim um resultado de uma combinação entre um espaço social, idades, vivências, posturas perante a vida e a sociedade, cultura, nível de educação e, essencialmente, um tipo de personalidade comum. Exercícios à parte, todo este verboso texto serve para afirmar que partilho, vejam só, também, de um pouco do estilo musical maioritário neste sítio. Contudo, num rigor possível, definiria o meu gosto musical como verdadeiramente ecléctico e orientado às vibrações (confesso um pouco mais pesadas do que o gosto dos restantes). Penso que, tal como na vida, a música deve vir e ser ela a levar-nos e não o contrário. Pois, uma imposição de gosto é sempre ... uma imposição de gosto. Finda a conversa venha a música: come on over (turn me on).
"Be quick or be dead"
Joana Amaral Dias confirmou o convite para ingressar na lista do PS para Coimbra (via secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos) e o lugar público no IDT [Instituto da Droga e Toxicodependência] oferecido como contrapartida. Mas alguém tem dúvidas que o usufruto indevido de lugares públicos pelo PS e afins não é uma prática corrente?
O presidente do Instituto Português do Sangue, Gabriel Olim, continua a instalar ofensas e preconceitos nos média e no instituo que preside. De realçar a entrevista que este senhor deu, foi simplesmente um reflexo preconceituoso. Mais temeroso é a continuidade deste senhor na presidência deste instituto público, por pouco menos ministro foi (off record) destituído

