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A ignorância deriva em incompetência. Espera-se profissionalismo e obtém-se descrédito. Esta notícia, "prelada" no jornal "Público", expõe, ignorantemente, o nome do Concelho de Cabeceiras de Basto, como "Cabeceiras de Baixo". Horrivelmente triste, o trato à ortografia, dos profissionais da escrita. Uma evidência da falta de treino, coordenação e controle de qualidade do produto jornalístico.
Basta uma rápida procura num "motor de busca" na Internet, para aperceber-nos, como é maltratado o topográfico nome de Cabeceiras de Basto. Desde blogs, sítios institucionais, sítios empresariais, sítios de imprensa... o erro abunda e se prolonga. Provavelmente, um efeito de erro e repetição.
As ordens destas duas classes profissionais, têm na sua essência, o dever de regular a actividade profissional dos seus associados. Nas suas bases estatuárias, estas têm o dever de punir quem contrarie os regulamentos e a deontologia da sua actividade profissional.
Este caso é um exemplo de como a negligência profissional de certas classes profissionais são "interesseiramente" julgadas. Uma boa altura para questionar a prática destas ordens, que no seu modo de agir, assemelham-se a sindicatos e lobbies interesseiros, invés de cumprir as suas obrigações e regular a actuação dos seus profissionais associados e a preconizar a defesa do cidadão utente.
Participei, com o mote de escrever sobre Braga, numa excelente iniciativa do colectivo Fontes do Ídolo. Escrevi, sobre o que penso de Braga e seus espíritos, e uma insurreição que aparenta começar.
Realizar-se-à, em Lisboa, a nona marcha do orgulho LGBT(Lésbico, Gay, Bissexual e Transgénero ) sob o mote: "Fracturante é a discriminação". Esta marcha é inclusiva. Destina-se a todos e "marcha" por todos.
Este ano "marcha" conjuntamente, em alguns sítios, com outros "companheiros de luta": CGTP.
É algo que me enjoa profundamente, a ética política vigente ou a falta dela. Sempre os mesmos, instalou-se um "real sistema" que mina o cerne da Democracia em Portugal. Convém ler :
Como se conjunturou, e a actualidade está a consumar, o sector primário da nossa Economia, lenta e despudoradamente, através do PAC e o consequente proteccionismo económico, está numa fase de "subsidiodependência" agravada e com uma quebra de produção premeditada.
No nosso distrito, Braga, onde os "filhos" e "netos" do conservadorismo típico bracarense da revolução da Maria Da Fonte, das insurreições monárquicas, do golpe de 28 de Maio e do ultra-conservadorismo católico dos anos conseguintes do 25 de Abril, reluzem nos órgãos governativos cá da província Minhota. Evidências ideológicas vêem-se nos artigos de opinião, nas manchetes dos jornais locais, nas atitude governativas, no seu paradoxo modo de vida etc.
Estas atitudes estão se evidenciar a pouco-e-pouco.
A dualidade criteriosa do governo, os actos, anacrónicos, de envio de polícias às casas dos agricultores para os "avisar" da impossibilidade em se deslocar e praticar a greve em certos sítios cá da província, leva à instabilidade social e à crise de consciência.
Algo se passa no estar e pensar destas gentes. A insurreição aproxima-se.
Ao que parece, a concertação social deu lugar a uma concertação empresarial e de interesses. Com legitimidade, a CGTP em renunciou à reunião em sede de concertação social, porque a tem, ninguém quererá ultimar um assunto numa reunião de importância capital recebendo horas antes um comunicado com alterações ao documento sobre a alteração ao código laboral sem ter o tempo necessário para a analisar convenientemente, com os jogos políticos de cedência de pontos elaborados para ceder, e a troca de "galhardetes" entre o patronato, a cumplicidade perniciosa entre a UGT e o Governo, torna-se evidente que algumas alterações e cedências são aparentes corrupções de princípios.
Nas ultimações de última hora, que a CGTP não aderiu para não ter a irresponsabilidade pela responsabilidade daquelas medidas, o descalabro é consumado. Uma destas alterações visa a possibilidade de um trabalhador aderir individualmente à convenção colectiva de trabalho no seu sector. Para além do apelo à não-sindicalização que está contido neste ponto do acordo tripartido, os sindicatos pouco representativos passam a ser privilegiados nas negociações, favorecendo ainda mais o lado patronal.
Ora, a parte fraca - que o impudor ou a irresponsabilidade destas alterações visa implementar nas relações laborais- o trabalhador, torna-se com esta específica alteração, mais fraco e torna, a alteração do código laboral, conveniente para o lado "forte". Os sindicatos minoritários ascendem em responsabilidade e em poder nas contratações laborais, isto implica, maior influência do patronato nas contratações colectivas. Mais uma vez, o lado "forte" reforça-se.
A aparente luta contra a precariedade, com algumas propostas interessantes, parece corrompida com a extensão do tempo máximo de três para seis meses do vínculo precário. O código de trabalho é algo de superior importância para todo o plano de desenvolvimento social e económico do nosso País. É preciso ceder, mas isto não implica a perda de sacramentos do direito laboral.
Sobre a concertação social conseguida, ressalvo a normalização do "Banco de Horas". A grosso modo, este novo cálculo de horas de trabalho permite a um trabalhador efectuar "horas extraordinárias" sem ser pago como tal. Ora, isto já acontecia em diferentes profissões e trabalhos. Pontualmente, e com um acordo entre o empregador e o trabalhador, poder-se-ia suprir os efeitos das "pontes" compensado-as, o trabalhador, efectuando horas de trabalho a mais do que o estipulado. Portanto, uma excepção legal e aceite. Tenho conhecimento de casos, onde sem prévio acordo entre a entidade patronal e o trabalhador era extrapolada esta excepção. Acontecia, que num mês de trabalho, havia a possibilidade de acumular dezenas de horas extraordinárias sem ser pagas como tal, que viriam a ser consubstanciadas em "folgas". Um claro abuso patronal punível mediante o vigente código de trabalho. O "novo" código laboral irá normalizar tal ilegalidade.
Um passo importante para a estabilidade social e cumprimento da lei laboral, é a idónea e suficiente fiscalização laboral. Maior e melhor fiscalização que tarda. Sem uma eficiente fiscalização laboral, não há código laboral que proteja, aquilo que certos indivíduos tem pudor de aceitar, a parte mais fraca de uma relação laboral- o trabalhador.
Enquanto, um inquérito elaborado pela comissão europeia nos confirma como o povo mais pessimista da Europa, a minha inquietude dirigi-se para a possibilidade de Israel atirar-se com armas de cunho imperial e de kipá posto, ao revolucionário Irão. O ponto quente do nosso século está naquela zona. Carregado de geopolítica e interesses económicos, o Irão tenta defender-se, tentando a custo a supra-arma e à revelia das convenções e imperialismos estrangeiros. Auto-defesa, provavelmente, agora que o embuste do ataque ao Iraque está se a desvendar nas inúmeras bases americanas a implementar naquele martirizado país que é tão convenientemente carregado de geopolítica e hidrocarbonetos. Cingir o Irão é a palavra de ordem nas hostes imperialistas. Israel é um testa-de-ferro. Com a pretensão de defesa do << Estado judaico >>, tem o mote ideal para uma guerra "justificada", o << padrinho >> israelita, incita e retranca-se. Necessita de um avanço beligerante, não americano. A "conquista" do Iraque ainda não é reminiscente. Os peões jogam-se inocentemente para alavancar jogadas de maior preparo.
Salários em atraso, alienação do património da Igreja, comissão fabriqueira, alegado desvio de bens da ecclesia, esmolas e emulamentos, terra interiorizada. São alguns dos ingredientes da história que irei recortar de seguida:
A promiscuidade que se vive entre o Estado (neste caso representado pela sua entidade local-a autarquia) e a Igreja, permite a remodelação de sítios que não são públicos (do pressuposto de estarem sobre a responsabilidade estatal).
Confundir freguesia com paróquia transpõe-nos para uma época ida onde os espaços administrativos eram delimitados pelas congregações religiosas. Qual a urgência de beneficiação de tal sítio? Será a sua importância história? O seu papel de apoio social? Porque a Igreja (no seu todo), com todo o seu esplendor monetário não remexeu nos seus fundos para suportar as obras de remodelação desta pequena paróquia? Não houve alternativa ao investimento público num sítio religiosamente privado?
Não sei o porquê, do espanto de certos indivíduos nas ameaças dos líderes sul-americanos à Europa e às acusações de hipocrisias à União Europeia. Hipócritas são os eurocratas. Nós colonizámos e colonizamos (e isto não é uma forma de migração ilegal?). A direita bacoca europeia, aprovou a directiva da vergonha, ou como queiram, de retorno. Esta direita, que possui como bases estatuárias a estabilidade e o conservadorismo dos valores e ideais, tem sido negativamente progressista.
Acontece, que com esta directiva europeia (que a implementação em cada país dependerá da qualidade e da linha de pensamento de cada governo), se satisfaz as pretensões das direitas europeias, estejam elas na oposição ou em função de governação.E isto é um sinal do que está para acontecer: uma verdadeira jornada de retrocesso social e humano.
Hoje haverá uma concentração popular com o mote de "velada pela vida". Será em frente ao Hospital de Guimarães, Senhora da Oliveira.
De índole religiosa, espero que esta concentração, invés de pedir o irreversível, exigem a rápida implementação da Educação Social no Ensino, uma maior abrangência do planeamento familiar, para que actualmente não aconteça factos como este: Um estudo da Direcção-Geral de Saúde (DGV) revela que muitas mulheres que abortaram, cerca de 70 por cento, afirmam que não receberam qualquer informação sobre métodos anticonceptivos.
O busílis da questão, está, como parece norma na nossa sociedade, na não implementação de medidas educacionais essenciais.
O problema de fundo deste concelho não se prende com algo táctil mas, sim, com um gravíssimo problema anímico e de identidade. A sociedade civil não tem voz, não se compreende, não se identifica porque não se assume. Portanto, prevalece a voz de quem quer ou tem o sumo poder. A livre iniciativa é politizada, criticada, deturpada, por vezes, pelo simples facto, de ser algo exógeno a esta sociedade.
A discussão não envolve. Politiza-se por razão ou sem ela. Enfim, um passo progressivo e desenvolvido, provavelmente, será, o que esta sociedade estigmatiza e de um certo modo abomina de morte, a discussão pública e construtiva.
<< Um lar/creche vais ser construído num terreno contíguo ao campo de tiro de Arco de Baúlhe. Os responsáveis do campo temem pela segurança futura daquela prática desportiva e lamentam a falta de diálogo das entidades envolvidas.(...)"o presidente da Câmara convocou apenas dois dirigentes do clube, e só dois dirigentes, e elementos da ARCA numa tentativa infrutífera para resolver um problema que não foi criado por nós" >> in [JN]
Este imbróglio possui todos os "condimentos" para uma, habitual e retrógrada, querela bairrista no nosso efervescente burgo. A futura implementação de um equipamento de apoio social importante e almejado para aquela vila cabeceirense, apresenta uma excelente oportunidade para a demonstração de: lobbys bairristas, dúbios processos administrativos, irresponsabilidades, falta de diálogo, possíveis purgas de "alma", incoerências...
Ao que parece, na vila em questão, já circulam manifestos planfletários de incitação ao ódio bairrista. O provável começo da silly season, em Cabeceiras de Basto, aparenta contornos interessantes: propaganda chauvinista em forma de panfletos. e estes que aparentam ser decalcados de colagens, que futuramente se fará no lar/creche. Muito bom.
Quem quiser acompanhar em "tempo real" e "blogosfericamente" o desenvolvimentos do congresso partidário a realizar em Guimarães, faça o favor de ler os escritos dos social-democratas no Fontes do Ídolo.
Sobre a égide da ILGA, realizar-se-à uma marcha, em Lisboa, contra a discriminação sexual. É uma marcha inclusiva, onde todos podem e devem participar. Gostaria de ver o espírito e a própria marcha, replicada neste distrito. Seria um enorme passo contra os preconceitos silenciosos que ainda habitam alguns seres muito exclusivos.
O capitalismo liberal sem freio nem rédea, como o acusam.
Providência cautelar encerra site de livros escolares usados.
Não sei, neste caso, se o lesado é inocente ou culpado por aquilo que lhe aconteceu. Mas aos exemplos dados, e por vezes vividos, por um mercado sem escrúpulos e determinado na busca do que o faz viver, por vezes, calcando leis e normas para o atingir, deixa-me relutante.
Os países setentrionais da Europa, implementadores e arautos da social-democracia europeia, onde o seu modelo de Estado-providência é almejado por países como Portugal , estão a retroceder nas suas políticas social-democratas.
Com o novo executivo, eleito em 2006, de índole centro-direita, a Suécia está em vias de uma purgação liberal.
São as independet schools ou free schools que estão a mercantilizar a educação, incentivadas com os famigerados << cheques-educação >>, ameaçam a Escola "estatal" com todas as suas condicionantes e consequências. Estas free schools estão a proporcionar lucros aliciantes e a ocupar um lugar importante neste "mercado". O culminar, de medidas de "fragilização" do Estado-providência, vislumbra-se quando se discute os direitos cívicos e individuais. A partir de Janeiro de 2009, a agência de escutas militares tem luz verde para filtrar as comunicações por internet e telefone.
Aproxima-se o fim de paradigma europeu e e o anúncio de um precedente perigoso.
<< O Governo vai lançar «muito em breve» um Simplex dirigido a algumas autarquias, anunciou hoje a secretária de Estado da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques.
A secretária de Estado fez este anúncio aos jornalistas após a apresentação de um estudo da OCDE sobre a simplificação administrativa e o governo electrónico em Portugal, que a UE considera estar ainda atrasada >>
Ao arrepio de substantivos com término -ex, considero o âmbito de acção destas propostas, essencial. É a burocracia que oficializa o estado do País. Simplificar para poder solucionar, aparenta ser um bom princípio. Veremos como corre a experimentação nestas autarquias que, de um modo aparentemente crónico, o processo de licenciamento económico é o mais visado e controlado pela burocracia autárquica.
Parlamento Europeu pode aprovar hoje lei para expulsão de imigrantes ilegais.
E assim se tenta legislar nesta Europa, a Europa que fora terra de emigrantes, agora tenta-se colonizar a si mesma. Os imigrantes são o alento da economia europeia. Para além do factor económico é a moralidade e o exemplo europeu na solidariedade social que está ameaçado.
Com o plenário realizado:
Provavelmente o passivo incompreensível, estratégias económicas difusas e pouco sustentáveis, negligente auscultação financeira, mal gestão, e, principalmente, mal formação e orientação do quadro administrativo levam ao inevitável encerramento. Claro, com um processo de insolvência a empresa aproxima-se inevitavelmente do seu encerramento. Tenta-se o diálogo entre fornecedores, credores, trabalhadores e governo. Algo salienta-se deste e de outros casos de falência no Vale do Ave, a incompetência de quem gere e o desprezo pelo trabalhador. Onde está a << consciência social >> que tanto apregoam ?
Estes com séculos de história e "ocorrências", são eles os mais menosprezados na orgânica da protecção civil. O regime de voluntariado predominante em Portugal tem "encostado" a carreira profissional para um lugar que não cabe numa sociedade, dita moderna, de hoje. Usa-se e abusa-se do voluntariado intrínseco dos bombeiros em Portugal. Por isso, não poderia deixar de me solidarizar com o combate às restrições financeiras das corporações em Portugal.
post scriptum: Quando é que teremos, fisicamente, uma Equipa de Intervenção Permanente em Cabeceiras de Basto?
A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), criada para "regular" o mercado do sector energético em Portugal, goza de pouco trabalho estatuário, devido ao existente monopólio deste sector em Portugal, por isso remete o seu trabalho efectivo para fora das suas competências, nomeadamente, prestar assessoria à eléctrica portuguesa (EDP).
Esta mesma entidade reguladora, que num acto de assessoria, quis aumentar a electricidade em cerca de 15,7 por cento no ano de 2007, valendo-nos a intervenção do Estado para conter o desvario da Entidade. Neste mesmo ano, a mesma entidade reguladora, num outro acto de assessoria e o consequente prejuízo para o cliente e contribuinte, propôs ao Governo que seja o consumidor a suportar o custo da substituição dos actuais contadores de electricidade por contadores com telecontagem.
Neste sector, o da Energia, pagamos a electricidade a cerca de 18 por cento mais cara do que em Espanha e considerada a quarta tarifa mais cara da Europa, onde a desculpa da produção de energia serve para constantes e significativos aumentos, o embuste na facturação onde na nossa factura de electricidade metade do total do valor a pagar é constituído por taxas disfarçadas de impostos e tudo isto deveria ser averiguado pela entidade reguladora mas não, possuímos uma entidade reguladora do sector que mais aparenta ser uma sucursal da EDP de que uma entidade independente.
Isto foi apenas uma contextualização sobre esta entidade, para introduzir a mais recente medida de assessoria (disfarçada de proposta) da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, aos consumidores portugueses. A entidade propôs que os custos com as dívidas incobráveis da electricidade vão passar a ser pagos por todos os consumidores.
Uma excelente situação para a entidade que deve regular a entidade reguladora, intervir e quebrar estas acções de assessoria que prejudicam o consumidor e maculam o papel das entidades reguladoras, que são essenciais para um bom funcionamento do mercado, partindo do princípio que são entidades imparciais e independentes daquilo que regulam. Como é óbvio, não é o caso da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).
Braga, o distrito mais paradoxal do nosso prodigioso País. Distrito vanguarda nos movimentos radicais de ideologia política de direita, é aqui que se encontra os mais conservadores radicais. Estes, entusiastas do religioso conservadorismo, típico destas zonas, irritam-se com a proliferação dos ideais e dos idealistas de esquerda.
Convém ler o que escreveu o sr. Manuel Monteiro, um verdadeiro sucessor ao lugar, há pouco deixado vago por um outro religioso conservador, de incitador do ódio político.
Eis o que este senhor escreveu: Manuel Monteiro o Cruzado neofascista.
break on through, The Doors.
A Irlanda recusou ratificar o Tratado de Lisboa. Em causa está um tratado minuciosamente redigido, para torná-lo indecifrável aos "olhos" do comum cidadão. A ilegibilidade do documento, a tentativa dissimulada de legislar a implementação da hegemonia dos 'grandes' países europeus e o erro crasso de não querer escrutiná-lo, estão a condenar o futuro europeu.
Enquanto os políticos quererem uma Europa à revelia dos europeus, se não discutirem nem a explicarem o conteúdo, a substância, do Tratado de Lisboa ou outro tratado europeu, terão sempre a oposição dos seus povos, em suma, a oposição da Europa.
Referendo europeu: ministro da Justiça irlandês reconhece vitória do "não" .
Para além das propostas governamentais dirigidas ao patronato, quais foram as propostas para resolver os problemas laborais e sociais dos trabalhadores?
Num "convénio" eclesiástico decretou-se que a remuneração da Eucaristia, na mui nobre e conservadora Província Eclesiástica de Braga, irá aumentar de sete euros e meio para dez euros. No decreto resultante, assinado por um rol de bispos, convenciono-se a obrigatoriedade da criação de um Conselho Económico em cada paróquia, assim como a existência de um Fundo Paroquial*. A cumprir no próximo quinquénio 2008-2013.
O plano eclesiástico de sustentabilidade económica é deveras oportuno. Oportuno, para desmascarar a evidente decadência nas relações eclesiásticas, entre o físico dos números e a metafísica dos valores.
A << crise de consciência >> tarda, mas não perdoará a transformação flagrante dos desígnios de Jeová em capital profano.
* Para este fundo deverão canalizar-se os emolumentos pagos pelos fiéis aquando da administração de sacramentos, bem como as suas ofertas. As novas tabelas podem ser consultadas no site da Arquidiocese de Braga: www.diocese-braga.pt.
<< Depois do episódio sobre a pensão vitalícia de Cadilhe, paga pelo BCP, o futuro presidente do BPN enfrenta outra polémica: a escolha de Rui Pedras, director da CMVM, que investiga o banco, para administrador da instituição investigada. Banco de Portugal vai pronunciar-se . >> in [DN].
Noruega aprova casamento e adopção de crianças por casais homossexuais .
E andamos nós a balbuciar extensas teses de inveja à economia, educação, ao sucesso da implementação do modelo social, em suma, ao desenvolvimento norueguês e contudo, adiamos o inadiável. O que acontece na Noruega acontecerá em Portugal, falta sabermos quando e como.
Este post é dirigido unicamente para aquele anónimo que insiste diariamente em boicotar este blog, que se ele quer liberdade de expressão (acusando-me de a restringir porque modero os comentários) que comente educadamente e sem cobardia.
Um conselho: se queres expressar os teus recalcamentos e desvarios de alma, faz como outros, cria um blog.
Há quem pretende, dissimuladamente, olvidar anos de árduas lutas por direitos sociais. Em prol da globalização do trabalho, da competitividade, o objectivo é liberalizar os direitos. Os ministros de Trabalho dos Vinte e Sete aprovaram, por maioria qualificada, a proposta da presidência eslovena que vai permitir a cada Estado-membro modificar a sua legislação para elevar a semana laboral de 48 horas até 60, em casos gerais, e até 65 horas, em casos específicos.
Embora, o projecto, necessite da aprovação do Parlamento Europeu é a ameaça do precedente que envolve a proposta. A instabilidade social, amiúde, já se sente. O desconforto, a desconfiança, a desigualdade, a descrença estão a se tornar adquiridas. São nestas alturas que necessitamos de um Estado forte que baseado numa rígida estrutura de direitos sociais, que pensamos consagrados, actue e "estabilize".
Existem compromissos pré-eleitorais a cumprir.
São as permissividades governamentais que legitimam indirectamente os atentados feitos por camionistas a soldo do patronato. Ora, num sector onde os direitos sociais são constantemente repudiados, vê-se uma paralisação (lock out) a mando da entidade patronal para exigir medidas governamentais descabidas e irrealizáveis. A ordem deve ser imperativa e as violações à liberdade, integridade física e material devem ser, exemplarmente penalizadas. O que vejo nesta paralisação é somente angústia, ganância, desorganização e manipulação e o consequente culminar na infelicidade do acontecimento de hoje. Haja bom senso.
O que pretendia o nosso egrégio Presidente da República com: “Hoje eu tenho que sublinhar, acima de tudo, a raça, o dia da raça, o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas” ?
Renegando a parvoíces, o meu irmão ostenta, ainda hoje e orgulhosamente só, uma valente dentada de um bichinho semelhante a este, que está, orgulhosamente, em perfil na imagem.
Na hoste dos social-democratas cabeceirenses a eleição do novo presidente do partido está a passar despercebido. Tanto no sítio na Internet da juventude partidária social-democrata como no sítio PSD-secção Cabeceiras de Basto, nem uma única linha de informação sobre as "novidades" social-democratas.
Será que é uma exteriorização de uma aparente descoordenação política?
Convém ler este legítimo panegírico artigo << Sim, ele pode >>, escrito por Pedro Olavo Simões, e contrabalançar com esta opinião de Noam Chomksy, que prevê a vitória de McCain.
Embora seja menos pessimista, e o tempo irá legitimar ou não a minha pretensão, que Noam Chomsky (qualquer coisinha à esquerda de Bush é bom) nas eleições para a presidência americana.
Enganam-se, suspeitos do costume, que McCain será um candidato mais "maleável" com os ideais subjacentes à esquerda (como Noam Comhsky explica no artigo). A minha esperança cai na política interna americana. Porque, na política externa continuará como sempre esteve: cingida aos interesses do capitalismo bélico e financeiro, e com isto não há "Barack Obama" que mude.
Na Itália, houve uma manifestação no anterior fim-de-semana contra a xenofobia, juntando cerca de mil ciganos. Em Itália sente-se, com a direita radical a extremar posições no governo do "mediático" Berlusconi, desconforto nas políticas de Berlusconi para a imigração. Este país até possui uma deputada cigana que politicamente reivindica os legítimos direitos para a identidade romani.
Em Portugal, precisaríamos de um múltiplo de manifestações e bem mais deputados para reivindicar os direitos da "raça" romani, para acabarmos com o típico "racismo dissimulado" que singra no nosso País. É apenas uma amostra da animosidade dos portugueses em aceitar diferenças e legitimar dissimulações ridículas.
"Choca-me que um cidadão português vá pagar impostos a Espanha e venha usufruir das estruturas rodoviárias em Portugal."
Ferreira de Oliveira, presidente da Galp, respondendo à questão "Como vê a ida dos portugueses a Espanha para se abastecerem?" Correio da Manhã, 04/06/2008.
Contextualizando: «Lucros da Galp crescem à custa de consumidores e do Estado».
«Historinhas ...» de Ana Cardoso
Na Casa Municipal da Cultura de Cabeceiras de Basto
De 4 a 27 de Junho de 2008
De Segunda a Sexta-feira
Das 9h00m às 12h30m e das 14h00m às 17h30m
Uma exposição de pintura interessante e transversal a todas as faixas etárias. Esta, exposição, como outras, peca pelo horário de visita à exposição.
post scriptum: Imagem retirada do blog da artista em destaque, Ana Cardoso.
Um parecer do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma que o Estado português foi lesado no negócio do "casino" com a Estoril-Sol. Ora, em causa estava um aditamento ao artigo que garantia a reversibilidade do edifício e do parque de estacionamento ao Estado, que levou a uma alteração "imperceptível" ao artigo, atribuindo agora, findando a concessão, o edifício e o parque de estacionamento à Estoril-Sol. Ora, juntemos um governo em fase de gestão, uns capitalistas com uma visão de estado como propulsionador dos seus negócios, e políticos em que a causa pública está num grau de prioridade abaixo da mais inútil futilidade (passo o pleonasmo) e a consequência recai para o mais comum cidadão que tem de pagar o enriquecimento de alguns em detrimento do roubo de muitos.
O efeito é irreversível, o edifício e o parque de estacionamento reverterão, acabado o tempo de concessão, para a Estoril-Sol. Mais uma vez, a impunidade dos actores políticos e empresários gananciosos é assegurada. Já era tempo de vermos alguns destes parasitários serem julgados pelos seus crimes. Crimes estes, que se perpetuam com a impunidade dos seus autores.
Num artigo, da autoria de M.M., de informação da última edição do jornal regional trissemanal, Ecos de Basto, para além do panegírico às instituições e singulares do poder local, o autor presenteia-nos com uma crítica sobre a não implementação da esperada reformulação administrativa.
Opel obrigada a devolver 18 milhões ao Estado português por ter fechado.
Parece que é um recorde esta decisão de um Tribunal Arbitral, condenar a multinacional americana (General Motors), proprietária da marca OPEL. O Estado português desejava uma condenação exemplar para este caso, dado a querer dá um "sinal" às inúmeras multinacionais, arautos da globalização, instaladas e absorventes de incentivos fiscais e financeiros no nosso País. As ilações tiradas deste caso são extrapoladas do plano financeiro. É no plano exemplar que este caso deve singrar.
Uma pedrada no charco da deslocação económica selvagem e da apatia estatal em relação a este problema. Existe quem pense que isto é uma tremenda afronta estatal, porque, nos seus pensares neoliberais e globalizados, infringe a "sacra lei da globalização" e poderá assustar outras empresas que se queiram implementar em Portugal. Podem romper legítimos contratos com o Estado, podem usufruir de todas as prerrogativas estatais ao nível fiscal e financeiro e poderão entrar e sair deste País sem qualquer compromisso ou penalização. Um absurdo. É um caso excelente para vocalizar: estes liberais são tão engraçados.
Em tempos de mudança climatérica, é o apre que empesta e "governa" o ar. A inqualificável atitude do "socialista" José Lello, em declarações a um jornal nacional, em caluniar um outro camarada de partido, que por acaso é o incomodativo Manuel Alegre, demonstra aquilo que é preciso purgar no Partido Socialista e na política portuguesa. Com a força das razões ideológicas que fundaram o partido e da congruência política, o discurso e atitudes "não socialistas" vocalizadas por certos elementos devem dar lugar aos que se identificam com a raiz ideológica do partido. Só encontro uma solução para o desvario que irá cair este partido: os "actores" mudam de partido ou o partido muda de "actores".
Agitam-se águas em Braga. Os vereadores da oposição, "Juntos por Braga" com a liderança de Ricardo Rio, exigem a demissão do autarca socialista Mesquita Machado. Eles reivindicam a destituição do edil bracarense se o autarca não validar a sua inocência num negócio que envolve os terrenos do Colégio. S. Caetano. A "suspeita inimputável " em Braga aparenta ser comum. Numa cidade onde os atentados urbanísticos e ambientais vislumbram-se a cada esquina e de um grau de imponência de fazer inveja à famigerada "Torre Coutinho", os responsáveis e os culpados auferem do mesmo mal, a impunidade suja e absurda. Haja justiça.
Quanto à manifestação de ontem, que juntou cerca de 200 mil manifestantes contra a revisão das leis laborais, penso que é um exemplo bastante elucidativo do descontentamento em relação às políticas que se fazem sentir em Portugal. Mais do que a contestação à possível implementação da proposta de revisão das leis laborais é um toque de sentido para o actual executivo que, com a característica que se torna habitual, pratica o autismo político e desvaloriza a contestação de quem mais sofre com o estado actual do País. O pseudo-socialismo governativo está em perigo.
Os pescadores adornam-se com linhas de crédito desde que, sem "peixeiradas", incutem a Paz Social. Os casos de corrupção são inquiridos e alguns têm as buscas como finalidade. A "alta" Autoridade da Concorrência atira-nos com um estudo, sobre a possível "cartelização" nos combustíveis, debilitado e inconclusivo mas a ingenuidade não acaba aqui, os senhores peremptoriamente afirmam que, até ao momento, não existe evidências de alguma ilegalidade. Pois, basearam-se na "auscultação" de processos burocráticos para os avaliar. Meus caros, estes senhores das petrolíferas a combinar uma concertação de preços não o iriam fazer por processos detectáveis( i don't think so ). Não é que aqueles esquerdistas (de meia-tigela ou de tigela e meia ?) resolveram juntar-se e conspirar contra o situacionismo, que tolos. No seio do imperialismo americano, Barack Obama, é o candidato da esquerda(?) americana. Qualquer coisinha à esquerda de Bush é bom, mas digam ao democrata candidato que isto de apoiar Israel incondicionalmente é um acto "diplomático" típico bushiano. Não é que na justiça há injustiça. O FCP é penalizado interna e externamente (isto dói). Embora tenha sido julgado por um caso, digamos, pouco exemplar da mixórdia em que vive o futebol, a justiça (?) da UEFA cai-lhes em cima. Hoje o "novo" código de trabalho é contestado. Sindicalistas e sindicatos protestam contra os "ataques" elaborados pelos senhores do grande capital (claro, incluindo o Governo), aos trabalhadores. Contra a precariedade e o abuso laboral lutar, lutar (aposto que o João Proença não vai lá estar, pois, eu sei, é uma contestação organizada pela CGTP). Não é que os betinhos do Centro Democrático e Social (?), por voz do seu "líder", irritaram-se e apresentaram hoje uma moção de censura, pelo facto, imaginem só, de não ouvirem as alternativas que o PP tem para oferecer. Logo, num passo de mágica política, os "populares" enveredaram por uma moção de censura indexada a um rol de políticas alternativas para a governação (não estivesse já o governo a praticar uma política de alternativa, pois claro, à esquerda). Não é que o Tribunal de Lisboa proibiu a RTP de emitir uma tourada a realizar no Domingo antes das 22:30, por esta conter um conteúdo violento e susceptível de influenciar negativamente as crianças e os adolescentes. E os touros? este tipo de barbárie não poderá influenciar negativamente estes elementos da raça bovina? (Hipócritas). E agora para acabar com este bloco irritante de desinformação apresento duas evidências: Na terminologia "técnica" no trato aos bovídeos, o boi é, num sentido estrito(pois claro ou escuro), um macho, imaginem só, castrado...(Passou-se o gajo) e que os "Sábado Preto" têm uma música que elucida o delírio crónico que este psicótico tem (é desta que ele foi)
mas, segundo um auto-diagnóstico, este indivíduo ainda possui uma réstia de
Os videoclips aqui apresentados pertencem, respectivamente, aos: Black Sabbath, com "Paranoid", e os Sonic Youth, com "Schizophrenia" .
(...) “não há razões para que o PS não faça coligações com o PCP, Bloco de Esquerda e ou até mesmo com o Movimento Renovação Comunista – “já não estamos no tempo do papão de Moscovo, nem do social imperialismo” –, Pedro Baptista frisa que a esquerda onde inclui o PS “não deve ter preconceitos em matéria de coligações, porque a direita também não os tem”.
Candidato à liderança do PS-Porto defende referendo sobre coligações à esquerda .
A Esquerda reuniu-se ontem. As palavras necessárias forma ditas. O primeiro passo para uma verdadeira dialogação e concertação de ideais que visem honrar os desígnios da Esquerda, foi dado ontem. É uma necessidade uma mudança de atitude e de ouvir as reivindicações de quem os ideais têm um significado real e não, apenas, como plataforma de mobilidade política e social.
via Ruptura Vizela.
via Esquerda.
No resumo das deliberações da Reunião de 29 de Maio de 2008 na última reunião camarária, um dos pontos em destaque foi a fixação em 50, o número de bolsas de estudo a atribuir a jovens Cabeceirenses que se encontram a frequentar o ensino secundário (a partir do 9 ano), ensino profissional (nível II) e ensino superior público durante o ano lectivo de 2007/2008.
É, inequivocamente, uma boa medida camarária, o aumento no número de bolsas a atribuir a jovens estudantes, dos variados graus de ensino, que possuem dificuldades reais de exercer o seu estudo sem ajudas exteriores. A aposta na qualificação dos jovens é um axioma actual nas políticas sociais de qualquer município português. É o futuro e o desenvolvimento do Concelho que está em causa. Portanto, só poderei desejar um aumento, nos próximos anos, de bolsas a atribuir. Embora a medida seja essencial, e tendo em conta os problemas e as restrições sócio-económicas e culturais do nosso Concelho, aparenta ser ainda residual. É necessário mais investimento e divulgação neste âmbito, porque em causa está o futuro deste Concelho.
Numa paróquia em Cabeceiras de Basto, o pároco responsável pela população subordinada eclesiasticamente, anunciou na missa semanal que devido a um aumento do preço dos cereais, base da elaboração do consagrado pão ázimo, pretenderá uma contribuição monetária extrao, por parte dos paroquianos, para assegurar a elaboração de hóstias na paróquia.
Acredito que seja um rumor, mas a confirmar, será mais um exemplo de como a Igreja continuará a afastar-se dos seus ideias pregados e a fortalecer a descrença acentuada que se vive em relação a ela.
E nasceu mais um interessante blog cabeceirense. Criado por Liliana Lemos, este novo espaço, possui todas as qualidades para ser um excelente antro de leitura. Por isso aconcelho veemente a visitar este novo espaço de ideias e rabiscos:
A universalidade, gratuitidade e equidade ao acesso aos cuidados de Saúde me Portugal deveria ser um tópico de discussão por um possível think-tank político e social. Em causa, está todo um conceito de serviço nacional de saúde e as suas dificuldades. Penso que falta vontade política, competência governativa e alívio das pressões dos grupos de interesse na situação confusa que está o SNS.
Quando leio que o bastonário da ordem dos médicos dentistas afirma que, actualmente, com os cheques-dentista, o novo regime de convenções torna-se uma possibilidade excluída de irmos ao dentista num centro de saúde, fico preocupado. A saúde oral em Portugal é um dos sectores do Serviço Nacional de Saúde com problemas de implementação no serviço dificilmente compreensíveis e o resultado está nas estatísticas.
Na minha infância e grande parte da adolescência tive uma assistência médica-dentária totalmente gratuita e disponibilizada no centro saúde local. Isto não foi num outro País, foi numa outra Região de Portugal. Especificidades à parte, assusta-me um pouco o abandono pernicioso dos cidadãos utentes referente a esta área da assistência médica. Passado cerca de uma dezena de anos, a situação vivida não se alastrou pelo resto do País.
Tenta-se resolver o problema com soluções circunstanciais. Embora sejam positivas, esta medidas estão longe de satisfazer a maioria da população utente que possui o direito constitucional de possuir uma assistência médica universal e gratuita.
Não sei se é o relatório de actividades do Tribunal de Contas, que apresenta despesa pública ilegal de mais de 800 milhões de euros ao longo de 2007, ou se é levidade e a tentativa de banalizar o resultado por parte do ministro das Finanças que me perturba.
A irresponsabilidade com que se aceita estes factos e a tentativa de banalização de milhões de euros em causa, é, deveras frustrante. Convém, lembrar que é algo ilegal.
Tribunal Contas detecta 800 milhões em despesa pública ilegal .
... o futuro discute-se hoje: O TGV já está em marcha. O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou esta segunda-feira, em Évora, a decisão de "apostar na modernidade", na cerimónia de lançamento do troço de alta velocidade Poceirão-Caia (no corredor Lisboa-Madrid).
E claro, apesar de ser um projecto, de entre outros, que possui um retorno económico e uma funcionalidade dúbios, parece certo a hipoteca que o País irá sofrer só, e aparentemente, para alimentar os capitalistas mais influentes do Estado:
É evidente que a liberalização do preço dos combustíveis foi e é um fracasso e o comprovativo está no estado actual dos preços dos combustíveis. Convém, relembrar (porque a "memória" política em Portugal costuma ser reminiscente), que foi o governo anterior (PSD & PP), com a actual líder do PSD no executivo, que no seu ímpeto liberalizado realizaram a liberalização do preço dos combustíveis.
Após algumas propostas avulsas, por parte de alguns membros da direita política que no passado recente aprovaram e apoiaram o afastamento do Estado em regular o preço do combustível, vieram à ribalta mediática propor a descida de alguns impostos que afectam o preço do combustível. Ora, a iminente e mais populista proposta possível, demonstra uma contradição.
A inexequibilidade desta proposta prende-se com: para além de ser uma proposta que se fosse efectuada iria demonstrar fragilidade política ao descredibilizar o imposto (nomeadamente o ISP) que serve como forma de angariação de receitas e penalizador para utilizador que tem um consumo exagerado deste tipo de combustíveis, esta medida iria reverter em maior margem do lucro para as empresas petrolíferas (qualquer analogia com o "caso dos ginásios" é aceite) sem qualquer impacto para os consumidores.
A proposta apresentada pelo Bloco de Esquerda, este Domingo, embora conhecendo superficialmente, apresenta ser uma possível solução para este e para a repetição de eventos idênticos. A proposta de diploma consiste na previsibilidade e fixação de um preço máximo de venda dos combustíveis e a introdução de mecanismos anti-especulativos que reduzem a margem de lucro das distribuidoras.
Com as especificações necessárias e com a concordância geral por parte da maioria parlamentar, é, na sua essência, uma boa solução.
Parece que o Repórter Amador voltou às lides bloguísticas, possuindo algumas nuances. Compreensível.Com o seu retorno ganha a pluralidade de opinião e enriquece a blogosfera cabeceirense. Bem-Haja.
O Partido Socialista está em acesa purgação. Embora exteriormente não seja visível qualquer tumulto de maior, o que implicitamente está a acontecer é uma revolução. O Partido Socialista está em ruptura ideológica advida das suas não condizentes práticas governativas. Provavelmente, devido à posição governativa actual, ao rigor da disciplina intrapartidária, e outros factores o "ruído" da revolução seja residual para lá das paredes situadas no Largo do Rato. Assemelha-se à crise vivida, e, provavelmente que se viverá até definirem a sua base e o seu projecto ideológico, no PSD. Excepto, que nos socialistas a luta não se baseia somente na conquista de poder interno com a consequente probabilidade de assunção ao poder externo, mas, também na inconformidade daqueles militantes socialistas que ainda dão algum significado ao dístico Socialista. Em tempos de crise apura-se as almas.
Redefinição imediata...
" O porta-voz socialista, Vitalino Canas, considera que o comício em que Manuel Alegre vai participar, com o Bloco de Esquerda, pode ser visto como uma iniciativa “contra o PS” ". in [CM]